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Capa da invisibilidade pode estar próxima de se tornar real
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Nas pesquisas anteriores, objetos escondidos deveriam
Uma dupla de pesquisadores da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, conseguiu, pela primeira vez, camuflar objetos maciços, de até 35 centímetros de altura, sob uma “capa da invisibilidade”. Usando técnicas de óptica em um dispositivo digital, os cientistas conseguiram tornar imperceptíveis à visão humana elementos bem maiores do que os utilizados em estudos anteriores – que eram microscópicos – o que significa um imenso avanço na área.
Publicada recentemente no periódico especializado Optica, a nova técnica conseguiu aprimorar a primeira “Capa Rochester”, criada em 2014, que consistia em um dispositivo que, utilizando quatro lentes alinhadas, conseguia o efeito de invisibilidade em itens postos imediatamente atrás delas. Dependendo da maneira como são agrupadas, as lentes desviam as ondas luminosas refletidas pelos objetos (eles só se tornam visíveis ao olho humano ao refletirem a luz). Elas seriam redirecionadas de tal forma que, sem atingirem o olho humano, fazem o objeto se tornar imperceptível – para o observador, o efeito é como se ele não existisse.
Digitalizado – Agora, a “Capa Rochester” digital, desenvolvida pelos pesquisadores americanos Joseph Choi e John Howell, possui um campo muito maior de invisibilidade. Uma película composta por uma estrutura de finas lentes cilíndricas colocada sobre um tablet que transmite a imagens focadas por ele é capaz de desviar todos os raios de luz que incidem sobre os objetos. Essa distorção torna as coisas vistas pelo tablet, através da lente, invisíveis.
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