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Ex-policial americano recebe quase 3 anos de prisão pela morte de Breonna Taylor

Brett Hankison, ex-policial de Louisville, foi condenado a quase três anos de prisão por violar os direitos civis de Breonna Taylor, uma mulher negra cuja morte em 2020 gerou protestos em todo o país.
Uma juíza federal dos EUA rejeitou o pedido de clemência do Departamento de Justiça do governo Trump, afirmando que a intervenção para reduzir a pena era inadequada.
Hankison foi condenado por atirar diversas vezes durante uma operação policial mal sucedida na casa de Taylor, sendo responsabilizado por abuso dos direitos civis, embora não tenha ferido diretamente a vítima. A juíza o sentenciou a 33 meses de prisão e três anos de liberdade condicional.
O caso ganhou atenção nacional ao se somar a outras mortes que geraram protestos contra o racismo e a violência policial nos EUA.
Em 2020, Breonna Taylor e seu parceiro estavam em casa quando os policiais, com um mandado controverso, efetuaram dezenas de disparos. Taylor foi fatalmente ferida durante a ação.
Apesar de ter disparado sua arma dez vezes no local, Brett Hankison não atingiu Taylor ou qualquer outra pessoa. O governo anterior tentou reduzir sua pena, mas a juíza considerou a punição adequada diante dos fatos.
Recentemente, o Departamento de Justiça decidiu retirar acusações contra forças policiais de Louisville e Minneapolis, em casos que geraram mobilização pública, buscando revisar sua postura em relação a esses incidentes.

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