Economia
Políticos disputam responsabilidade após tarifaço e buscam apoio para exceções em decreto de Trump

A nova controvérsia entre governistas e bolsonaristas gira em torno de quem deve ser responsabilizado pelo governo do Donald Trump ter cedido e excluído da taxação quase 700 itens brasileiros.
Eduardo Bolsonaro, deputado federal, declarou que o alívio nas tarifas decorre de sua atuação junto a autoridades americanas: “Trabalhamos nas últimas semanas para direcionar melhor as medidas, atingindo o alvo correto e poupando o povo brasileiro e o setor produtivo”. Contudo, ele demorou quase quatro horas para comentar as novas medidas após seu anúncio.
No mesmo dia, o ministro Alexandre de Moraes foi alvo da aplicação da Lei Magnitsky pelos EUA, uma vitória para os bolsonaristas que buscavam sanções contra ele.
Por outro lado, aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva atribuem o sucesso do recuo às ações firmes do governo. O deputado Guilherme Boulos destacou que o país não cedeu, respondeu com firmeza e defendeu sua soberania, ressaltando que as exceções às tarifas são frutos dessa postura.
Enquanto bolsonaristas buscam centralizar as críticas em Lula e Moraes, o foco principal das críticas recai sobre o presidente Lula. A disputa política segue intensa, com divergências sobre a origem e a responsabilidade pela decisão americana.

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