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Oposição lidera primeira votação na CPMI

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Lula (PT) comentou sobre as tentativas atrasadas dos ministros em negociar o aumento das tarifas impostas por Trump, afirmando que “não conseguem falar com ninguém lá”.

A oposição tomou a dianteira na primeira votação da CPMI criada para investigar irregularidades no INSS, um escândalo que resultou na queda de Carlos Lupi, ministro da Previdência no governo de Lula. Já foram aprovados 41 requerimentos na comissão, sendo que aliados do Palácio do Planalto assinaram apenas oito deles, o que evidencia o incômodo do PT.

O principal partido oposicionista, o PL, aprovou 18 requerimentos, mais que o dobro dos aprovados pela base governista. O PSDB, mesmo menos influente que antes, também aprovou seis requerimentos, principalmente contra membros do governo Lula.

No entanto, muitos dos pedidos do governo são genéricos e de interesse da oposição, tratando principalmente de questões ligadas ao INSS e à Controladoria Geral da União (CGU).

Wellington Luiz, presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal e do MDB-DF, expressou preocupação com os constantes conflitos entre os Três Poderes, que, segundo ele, causam prejuízos à população e atrasam o desenvolvimento do país. Para Wellington, diálogo e respeito são essenciais para restaurar a harmonia entre essas instituições.

Apesar da tentativa do PT de incriminar adversários, surgiram conexões suspeitas entre integrantes do governo e investigados ligados ao PCC, o que levantou dúvidas sobre a legitimidade dessas relações.

Romeu Zema, governador de Minas Gerais, rebateu críticas de Lula e publicou uma foto do sapato caro usado pelo presidente, evidenciando a diferença entre sua imagem e a realidade do governo.

Luciano Bivar, ex-presidente do União Brasil, usou uma entrevista para criticar seu sucessor, revelando tensões internas no partido.

O índice de liberdade do Brasil caiu desde a pandemia, segundo a Freedom House, indicando um cenário preocupante para a democracia no país.

Enquanto isso, o vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, enfrentou dificuldades para fortalecer relações comerciais na América Latina, demonstrando os desafios diplomáticos atuais.

Por fim, a atuação do advogado-geral da União, Jorge Messias, chamou atenção ao adotar uma postura descontraída nas redes sociais, em meio a um contexto político tenso.

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