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Motta apoia Lula e STF ao pautar cassações bolsonaristas
Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reafirmou sua pré-candidatura à presidência em 2026 ao declarar que “Lula é um produto vencido”.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), decidiu pautar a cassação de mandatos na Casa, associando essa decisão ao projeto da dosimetria. Políticos com mais experiência interpretam essa atitude como uma tentativa de Motta para agradar Lula e o STF, ao entregar os mandatos dos deputados bolsonaristas Alexandre Ramagem, Eduardo Bolsonaro (RJ) e Carla Zambelli (SP), que desafiam autoridades poderosas.
Para acalmar membros da direita, Motta incluiu na pauta o deputado Gláuber Braga (Psol-RJ), acusado de expulsar um cidadão da Câmara com violência.
Motta avisou que mesmo pautando a dosimetria na Câmara, não garante que o Senado vá fazer o mesmo, torcendo inclusive para que isso não aconteça. No Senado, o presidente Davi Alcolumbre procura se reaproximar de Lula e detém muitos cargos.
Além disso, Motta enterra o projeto da anistia, usando a dosimetria como uma espécie de promessa ineficaz para manter o interesse da oposição.
Após reunião com Flávio Bolsonaro, o presidente do Republicanos, Marcos Pereira, chamou atenção ao se ausentar de discussões importantes, fato que gerou críticas dentro do partido, que tem ligações tanto com lulistas quanto com o clã Bolsonaro. O silêncio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, aliado do clã bolsonarista, também foi notado.
Durante entrevista ao Jornal Gente da Rádio Bandeirantes, o ex-ministro do STF Marco Aurélio Mello destacou vícios processuais e invasões de competências em decisões do tribunal, pedindo mais respeito à Constituição e harmonia no Supremo.
No episódio envolvendo o deputado Gláuber Braga, a presidência da Câmara expulsou jornalistas e desligou as câmeras de TV, restringindo a cobertura do acontecimento na Casa.
Em outra frente, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), na CPI do Crime Organizado, mencionou viagens em jatinhos pagas pelo crime organizado e sugeriu que a prisão de um ministro de tribunal superior estaria próxima.
Pesquisa Real Time Big Data aponta Celina Leão (PP) liderando amplamente na capital federal, com marcações entre 40% e 50% em diferentes cenários eleitorais.
Em um fato internacional, ataques à embaixada brasileira em Benin reacenderam a discussão sobre a rotatividade de diplomatas, lembrando que a embaixadora Regina Bittencourt está no posto há cinco anos devido à falta de rodízio em cargos menos cobiçados.
Após alcançar liderança no mercado financeiro nacional, o Nubank planeja adquirir outro banco para manter a palavra “bank” no nome, apesar de proibições governamentais recentes sobre o tema.
O ex-deputado federal Celso Sabino afirma que permanecerá no Ministério do Turismo até o limite permitido, mesmo após deixar o partido União Brasil.
Na CPI do Crime Organizado, o ministro Ricardo Lewandowski direcionou a responsabilidade pela segurança pública aos estados, que segundo ele, não têm agido adequadamente contra a criminalidade.
Por fim, o deputado que interrompeu a sessão na Câmara pode ser alvo de ação do STF por ataques às instituições democráticas.
Poder sem pudor
O saudoso presidente da OAB Reginaldo de Castro costumava dizer que o Judiciário ainda se julga herdeiro da monarquia, usando termos como “Excelso Pretório” e “meritíssimo”. Em uma conferência, ele comentou ironicamente que “Às vezes o venerando acórdão é proferido por um salafrário e temos de chamá-lo de venerando acórdão”.
Informações colhidas por Rodrigo Vilela e Tiago Vasconcelos.

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