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Simone Mendes conta os segundos para 2026 na festa da Virada Paulista
Simone Mendes foi a estrela da contagem regressiva para 2026 durante a Virada na Paulista, realizada na Avenida Paulista, em São Paulo. Durante sua apresentação, a artista pausou o show para comandar a contagem regressiva que antecedeu uma queima de fogos silenciosos, que durou cerca de 15 minutos, sem estampidos.
Milhares de pessoas acompanharam o evento na noite de 31 de dezembro. Após a participação da cantora, o cantor Latino subiu ao palco a partir da 1h40 da madrugada do dia 1º de janeiro.
Combinando as festividades do Natal e a centésima edição da Corrida Internacional de São Silvestre, a Virada na Paulista impulsionou a economia local em mais de R$ 2 bilhões e gerou cerca de 18 mil oportunidades de emprego, segundo projeções da Fundação Getúlio Vargas (FGV) utilizadas pela administração municipal.
Acesso e transporte
Para garantir a segurança e a organização do evento, a Avenida Paulista, a Alameda Santos e a Alameda São Carlos do Pinhal permaneceram fechadas completamente desde o início do dia 31 até a madrugada do dia 2 de janeiro. O acesso à festa foi feito por essas vias.
Na noite do Réveillon, o sistema de transporte público contou com uma operação especial envolvendo 500 ônibus, 46 linhas e o suporte de mais de 70 técnicos da SPTrans em campo. No dia 1º, o transporte público foi gratuito como parte do programa Domingão Tarifa Zero.
Houve desvios temporários em algumas linhas devido à corrida e ao evento, com informações disponíveis para os usuários. O metrô operou sem interrupções durante toda a madrugada, com as estações Paraíso, Brigadeiro e Trianon-Masp abertas para embarque e desembarque, e bilheterias em funcionamento. As demais estações da Linha 2-Verde permitiram embarque até as 2h, funcionando somente para desembarque após esse horário. As Linhas 1-Azul, 3-Vermelha e 15-Prata também abriram até as 2h para embarque e depois apenas para desembarque, exceto pela estação Consolação, que ficou fechada a partir das 10h do dia 31 e somente reabriu após as 4h40 do dia 1º.
Unidades hospitalares próximas receberam atenção especial com faixas reversíveis e acessíveis para facilitar o trânsito de ambulâncias e pacientes, numa ação integrada entre CET, Polícia Militar e Guarda Civil Metropolitana.
Suporte e segurança
A segurança da Virada na Paulista mobilizou 1.950 policiais militares, que utilizaram drones, torres de vigilância, policiais disfarçados e 200 câmeras com tecnologia de reconhecimento facial. A Guarda Civil Metropolitana reforçou o patrulhamento com mais de 1.100 agentes e apoio de 9.000 câmeras do sistema Smart Sampa, além de operações especiais durante a celebração do Ano Novo.
No âmbito da saúde, foram disponibilizados sete pontos de atendimento ao longo da Avenida Paulista, ambulâncias e UTIs móveis, além de integração com unidades de pronto atendimento que funcionam 24 horas. A Sala de Situação monitorou em tempo real as ocorrências através do sistema Smart Sampa.
O evento também contou com uma área exclusiva para pessoas com deficiência no palco principal e a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania ofereceu serviços e campanhas de proteção, incluindo o protocolo Não Se Cale, acolhimento a mulheres em situação de violência e ações do Procon Paulistano.


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