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Governo libera R$ 32 bilhões em emendas parlamentares
O governo de Lula (PT) destinou mais de R$ 32,02 bilhões em emendas parlamentares em 2025, conforme informações do Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União (CGU). Embora o total previsto fosse R$ 47,8 bilhões, somente 67% desse valor foi efetivamente pago. As emendas permitem a alocação de recursos do Orçamento por deputados e senadores sem interferência direta do Executivo.
Mais da metade do montante (53%) foi destinada a emendas individuais, que incluem emendas pix e outras com finalidades específicas.
O Tesouro Nacional informou que, em 2025, o governo pagou R$ 3 bilhões a mais em emendas em comparação a 2024. O valor total pago alcançou R$ 28,9 bilhões, sendo 75% para emendas individuais.
Para 2026, o orçamento aprovado prevê um aumento significativo, com R$ 61 bilhões destinados a emendas parlamentares.
Em relação ao ministério, Lula planeja manter ministros ou promover substituições internas para evitar interrupções durante o ano eleitoral. Secretários-executivos poderão assumir temporariamente as pastas, visando estabilidade nas entregas e menos atrito com o Congresso.
Na Fazenda, Dario Durigan deve substituir Fernando Haddad, enquanto Taxxad coordena a campanha de reeleição de Lula. Para a Casa Civil, a previsão é de que Miriam Belchior assuma o lugar de Rui Costa, que buscará uma vaga no Senado pela Bahia. O Ministério da Justiça pode ter como novo titular o petista Tarso Genro, após a saída de Lewandowski.
O Conselho Federal de Medicina instaurou sindicância para apurar denúncias sobre a falta de atendimento médico ao ex-presidente Jair Bolsonaro, conforme determinação do Supremo Tribunal Federal. A oposição, com poucas chances de sucesso nos pedidos ao ministro Alexandre de Moraes, busca agora o presidente do STF, Edson Fachin, para pleitear prisão domiciliar a Bolsonaro.
A CPMI que investiga irregularidades no INSS já recebeu cerca de 1.500 documentos, totalizando 2.854 protocolos. Recentemente, foi solicitado o depoimento de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente.
O senador Magno Malta (PL-ES) criticou a atuação do TCU, questionando uma possível interferência em decisões técnicas exclusivas do Banco Central e perguntando quem estaria sendo protegido.
Na música, o pagode superou o sertanejo e alcançou o topo das músicas mais ouvidas no Brasil em 2025 com o sucesso “P Do Pecado”, do grupo Menos É Mais e Simone Mendes.
No Congresso, o primeiro projeto de lei do ano, proposto pelo Executivo, institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e cria o Instituto Federal do Sertão Paraibano.
Além disso, a instalação da CPMI para investigar denúncias contra o Banco Master depende do presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP). Já são mais de 230 assinaturas para o pedido, mas sem apoio de parlamentares petistas, PCdoB ou PSOL, o que levanta questionamentos sobre a ausência desses partidos no movimento.
PODER SEM PUDOR
Juscelino Kubitschek era conhecido por sua habilidade em agradar o público. Em uma visita ao município de Tombos (MG), na divisa com o Rio de Janeiro, mencionado pela beleza da cachoeira no rio Carangola, fez um comentário que surpreendeu a plateia: “Isso não é natural…”. Após breve silêncio, completou: “…é tão linda que só pode ser obra do povo de Tombos!” Recebeu aplausos calorosos e foi carregado nos braços ao deixar o palco.

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