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Lula agradece Lewandowski pelo excelente trabalho no MJSP

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifestou sua gratidão ao ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, pelo serviço prestado durante seu período à frente da pasta.

Nesta terça-feira (13), o Palácio do Planalto oficializou a nomeação de Wellington César Lima e Silva para assumir o comando do ministério.

“Expresso meu agradecimento ao ex-ministro Ricardo Lewandowski pelo comprometimento e eficiência na gestão do Ministério da Justiça e Segurança Pública”, declarou o presidente Lula durante o evento.

A escolha de Wellington César foi confirmada após encontro com o presidente Lula e o então ministro interino, Manoel Carlos de Almeida Neto.

A nomeação será publicada em edição extra do Diário Oficial da União ainda hoje.

Wellington César, atualmente atuando na Petrobras no Rio de Janeiro, veio a Brasília para receber o convite diretamente do presidente.

De acordo com a nota oficial, Wellington César assumirá a chefia do Ministério da Justiça e Segurança Pública, indicando que a pasta não será dividida neste momento. O presidente Lula deseja criar o Ministério da Segurança Pública, condicionado à aprovação da PEC correspondente.

Fontes indicam que Wellington César foi o principal nome considerado para liderar a pasta, junto com o ministro da Educação, Camilo Santana, e o então ministro interino, Manoel Carlos de Almeida Neto. Outros possíveis candidatos incluíam o ministro da Controladoria Geral da União, Vinicius de Carvalho, e o advogado Marco Aurélio de Carvalho, do Grupo Prerrogativas.

Wellington teve o apoio de figuras influentes próximas ao presidente, como o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Sidônio Palmeira (Comunicação Social). Wagner foi peça-chave na entrada do advogado da Petrobras para a equipe ministerial.

Em março de 2016, Wellington ocupou temporariamente o cargo de ministro da Justiça durante 11 dias no governo Dilma. Naquela época, Jaques Wagner era uma figura central do governo, mas, após decisão do STF que impedia acumulação de cargos no Executivo com carreira no Ministério Público, Wellington optou por continuar sua trajetória.

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