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ONG da COP30 lucra com Lei Rouanet; veja os detalhes
Deputado Luiz Philippe de Orleans (PL-SP) afirmou que “a CPI deixa de ser opção e passa a ser necessidade” diante do escândalo envolvendo o Banco Master.
A ONG que organizou a COP30, a Organização de Estados Ibero-Americanos, muito apreciada por petistas, foi contratada pelo Ministério da Cultura para elaborar um relatório que tenta justificar a Lei Rouanet. A oposição denuncia que os milhões destinados à lei são usados posteriormente para pagar artistas militantes que apoiaram Lula (PT) em 2022.
Esta ONG, que recebeu cerca de meio bilhão de reais para a COP30 de Belém, estabeleceu sua sede em Brasília, próximo ao poder. Atualmente, possui 25 convênios e acordos vigentes com o governo federal.
Os valores desses acordos superam R$ 307,8 milhões. Desde 2014, a organização já recebeu do governo federal R$ 875.336.455,72 conforme dados do Portal da Transparência, com o último repasse de R$ 4 milhões feito em 2 de janeiro como “contribuição voluntária” pelo Ministério da Cultura.
Enquanto isso, o governo de Lula demonstra solidariedade ao regime do Irã, em meio às manifestações contra a ditadura iraniana. Essa posição tem sido criticada pela opinião pública, dado que o governo apoiou outros regimes controversos no passado, como o Hamas e o governo russo na Ucrânia.
O deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) expressou estranheza sobre a forma como a investigação do Banco Master está sendo conduzida, sugerindo que há interesses institucionais por trás dessa concentração.
Além disso, críticos ressaltam que integrantes do PT têm tentado culpabilizar o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Ricardo Lewandowski pela rejeição a Lula no tema, acusando-o de não divulgar as ações do ministério durante sua gestão.
O deputado André Fernandes (PL-CE) ironizou a saída do filho de Lula, conhecido como Lulinha, que ainda não está sob investigação, apesar da pressão da Polícia Federal.
Na Bahia, o novo ministro da Justiça, Wellington Cesar, nomeado pelo PT, tem seu histórico questionado pelo ex-ministro Sérgio Moro (União-PR), devido ao fortalecimento do crime organizado no estado nos últimos anos.
Hamilton Mourão (Rep-RS) criticou a demora e a suavidade da nota do governo Lula sobre o massacre de civis no Irã, destacando o caráter do governo em admirar ditaduras.
Controvérsias políticas continuam, inclusive envolvendo o prefeito de Niterói (RJ), Rodrigo Neves (PDT), que liberou verba para uma escola de samba com enredo que celebra Lula, ação contestada pelo deputado Carlos Jordy (PL-RJ).
Por fim, na esfera internacional, uma situação envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso e acompanhado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos, está sendo discutida pelo senador Izalci (PL-DF).

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