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Lula une equipes e Justiça para combater crime organizado

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se na quinta-feira com ministros, integrantes do Supremo Tribunal Federal, da Procuradoria-Geral da República, Polícia Federal e Banco Central, destacando a importância de uma ação conjunta contra o crime organizado.

— A iniciativa do presidente Lula é elevar o combate ao crime organizado ao nível de ação de Estado. Os órgãos estarão focados em desenvolver uma estratégia integrada e coordenada para enfrentar o crime organizado. Percebemos que, mesmo com esforços competentes e firmes do governo, para alcançar eficácia, é necessário contar com esses órgãos de Estado — declarou ao final do encontro o ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva.

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, ressaltou haver um “compromisso contínuo” no enfrentamento ao crime organizado.

— O desafio é desarticular financeiramente o crime organizado, utilizando estratégia, inteligência e planejamento para alcançar resultados concretos.

Wellington Lima e Silva tomará posse oficialmente na tarde de quinta-feira no Palácio do Planalto, em cerimônia fechada no gabinete presidencial, com a presença do presidente Lula e do ex-ministro Ricardo Lewandowski. O novo ministro dá continuidade à transição da pasta, acompanhando as informações sobre as atribuições de um dos ministérios mais relevantes da Esplanada.

Wellington realiza este processo acompanhado por um assessor e ainda não definiu sua equipe. Os secretários atuais do Ministério da Justiça não foram convocados para reuniões até o momento. Informações indicam que ele está focado na transição, planejando mudanças na equipe.

Na quarta-feira, durante reunião técnica com o secretário-executivo interino, Manoel Carlos de Almeida Neto, o novo ministro recebeu relatórios detalhados das secretarias da pasta: Justiça (Senajus), Consumidor (Senacon), Políticas sobre Drogas (Senad), Segurança Pública (Senasp), Políticas Penais (Senappen), Assuntos Legislativos (SAL), Acesso à Justiça (Saju) e Direitos Digitais (Sedigi).

Wellington também teve acesso a informações relevantes sobre a Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Força Nacional, além de se inteirar da situação dos quatro fundos sob gestão da pasta: Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), Fundo Penitenciário Nacional (FUNPEN), Fundo Nacional Antidrogas (FUNAD) e Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDD).

O advogado-geral da União e indicado ao Supremo Tribunal Federal, Jorge Messias, tem prestado apoio e aconselhamento ao novo ministro em seus primeiros passos na gestão. Amigo próximo de Wellington, Messias foi fundamental para a indicação de Lula ao Ministério da Justiça.

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