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Carlos Bolsonaro provoca Tarcísio e brinca com ideia de ‘CEO’
O ex-vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PL-SC) postou nesta quarta-feira, 14, uma foto do ex-governador João Doria segurando uma revista que o chama de “CEO de São Paulo”. A publicação foi feita depois de a primeira-dama paulista comentar a favor de uma possível candidatura do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) à presidência.
A publicação veio um dia depois de a primeira-dama do Estado, Cristiane de Freitas, dizer nas redes sociais que o Brasil “precisa de um novo CEO”, referindo-se diretamente ao marido. O post recebeu curtidas do próprio governador e foi compartilhado pela ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro (PL).
Num vídeo postado no Instagram, Tarcísio critica o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No vídeo, o governador afirma que “o que está aí envelheceu” e que o país necessita de algo “moderno”.
João Doria foi parceiro do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em 2018, quando usou o slogan “Bolsodoria” durante sua campanha ao governo de São Paulo. Contudo, a parceria terminou antes do fim do mandato, e a família Bolsonaro passou a acusar o ex-governador de tirar vantagem política da imagem do então presidente.
No mesmo dia em que publicou a imagem de Doria, Carlos Bolsonaro já tinha feito críticas indiretas a ex-aliados e a setores da direita que se posicionam como alternativas ao bolsonarismo, numa postagem onde atacou “isentões” e políticos eleitos com o apoio do ex-presidente.
Essa movimentação aconteceu um dia depois de um levantamento do instituto Meio/Ideia indicar Tarcísio de Freitas como o nome da direita com maior competitividade num eventual confronto eleitoral com Lula.
Também no mesmo dia, o senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou contar com o apoio de Tarcísio e pediu que setores mais radicais do bolsonarismo evitem pressionar o governador paulista.
Na mesma linha de Carlos Bolsonaro, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) compartilhou uma postagem do blogueiro bolsonarista Paulo Figueiredo no X, onde ele comenta que “o bolsonarismo não quer um CEO” e que essa ideia seria um “otimismo bobo típico de milico”.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por cinco crimes e está detido desde novembro na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
No dia 25 de dezembro, o senador Flávio Bolsonaro leu uma carta assinada por seu pai, em que o ex-presidente confirma que seu filho será seu pré-candidato na disputa pela presidência da República em outubro.

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