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Deputados e senadores acusam Rui Costa por corte no orçamento
O Brasil é do povo brasileiro, afirmou o senador Jorge Seif (PL-SC), referindo-se à crescente influência chinesa no agronegócio nacional.
Parlamentares responsabilizam Rui Costa, chefe da Casa Civil, pela manobra que retirou cerca de R$ 11 bilhões das emendas parlamentares no Orçamento aprovado pelo Congresso em dezembro passado. Antes do veto presidencial, Rui Costa já havia sinalizado a possibilidade de modificar o orçamento, impactando diretamente os recursos destinados a deputados e senadores.
Espera-se que a reação parlamentar ocorra já na próxima sessão do Congresso, com a tentativa de derrubar os vetos presidenciais relacionados a políticas fiscais, econômicas e ambientais.
Parte dos recursos foi redirecionada para recompor programas sociais, como o Pé de Meia e o Auxílio Gás, que o presidente Lula pretende utilizar como estratégia eleitoral neste ano.
Entretanto, grande parcela dos fundos foi realocada por atos do Executivo, sem a necessidade de análise do Congresso.
Já ocorre articulação entre os parlamentares para recuperar uma parte do montante, estimada em R$ 400 milhões.
Análise econômica
O economista Marcus Pestana, diretor da Instituição Fiscal Independente ligada ao Senado, não prevê grandes mudanças fiscais e econômicas para este ano, atribuídas ao calendário eleitoral. Ele enfatiza que a necessidade de ajustes no setor público se tornará inevitável em 2027, independentemente do governo vigente.
Pestana também destacou a importância de investimentos em educação para impulsionar o desenvolvimento e citou a Coreia do Sul como exemplo, país que enfrentava índices socioeconômicos inferiores aos do Brasil no passado.
Sobre os Correios, Pestana acredita que a empresa estatal terá dificuldades para superar sua crise financeira, apontando que a estatal se transformou em uma empresa de logística similar às privadas, o que questiona sua manutenção pública.
Cenário político e social
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), foi vaiado durante a tradicional Lavagem do Senhor do Bonfim em Salvador.
O pré-candidato ao governo baiano, Ronaldo Mansur (Psol), sofreu uma tentativa de assalto no Centro Histórico de Salvador antes do evento.
O senador Cleitinho (Rep-MG) visitou uma agência dos Correios e encontrou o estabelecimento fechado, funcionando apenas uma vez por semana. Ele anunciou que notificará oficialmente a estatal.
O deputado Carol de Toni (PL-SC) comparou a fila recorde do INSS, com mais de 3 milhões de pessoas, a uma fila que sairia de Chapecó (SC) e chegaria até Aracaju (SE).
Thiago Gagliasso (PL-RJ) questionou a ausência de manifestações da classe artística em relação ao escândalo envolvendo o Banco Master, criticando a falta de mobilização pública.
Venezuelanos começam a retomar o acesso à rede social X, que havia sido banida pelo governo de Nicolás Maduro, agora preso nos Estados Unidos.
O senador Carlos Portinho (PL-RJ) criticou a conduta do ministro Dias Toffoli (STF) no escândalo do Banco Master, ressaltando a necessidade de respeito à Constituição e rejeitando a criação de leis pelo STF.
Legislação e perspectivas
O deputado Fausto Pinato (PP-SP) é o autor do projeto que institui a vistoria veicular periódica para veículos com mais de cinco anos. A oposição se articula para tentar barrar a proposta na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.
Reflexões finais sugerem que o Brasil poderá criar futuramente o cargo de ministro de garantias.
Poder sem pudor
Em 1961, rumores já circulavam em Brasília quando o ministro da Justiça de Jânio Quadros, Pedroso Horta, reuniu-se secretamente com o presidente do Congresso, senador Moura Andrade. O jornalista Murilo Melo Filho, atento, estava próximo quando recebeu uma carta de renúncia de Jânio Quadros das mãos de Horta.
Este relato representa um marco histórico da política nacional, registrado na época.

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