Economia
Porto de Santos bate recorde histórico em movimentação de cargas em 2025
O Porto de Santos, localizado em São Paulo, alcançou em 2025 o maior volume de cargas movimentadas de sua trajetória, registrando 186,4 milhões de toneladas, um aumento de 3,6% em relação ao recorde anterior de 179,8 milhões de toneladas registrado em 2024.
As operações de exportação somaram 137,4 milhões de toneladas no ano, com um crescimento de 4,6%. As importações foram estáveis, apresentando um leve aumento de 1%, totalizando 49 milhões de toneladas.
A participação do Porto de Santos no comércio exterior brasileiro também teve alta, correspondendo a 29,6% de todas as transações comerciais do Brasil com o mundo em valor FOB em 2025, contra 29% no ano anterior.
“O ano de 2025 quebrou recordes na movimentação de contêineres todos os meses e na carga geral na maioria dos meses. Isso demonstra a força do Porto de Santos e a eficácia dos investimentos em sua infraestrutura, além de refletir o crescimento da presença do Brasil no comércio internacional”, afirmou Anderson Pomini, presidente da Autoridade Portuária de Santos.
Em 2025, a China foi o principal parceiro comercial do Porto de Santos, sendo responsável por 29,6% do volume total de cargas movimentadas.
Entre os principais produtos exportados destacam-se soja (44,9 milhões de toneladas), açúcar (24,1 milhões), milho (15,2 milhões) e celulose (9,8 milhões). Quanto às importações, os itens mais relevantes foram adubo (8,3 milhões de toneladas), óleo diesel e gasóleo (2,4 milhões), enxofre (2,04 milhões) e trigo (1,3 milhões).
O número de navios atracados no porto atingiu 5.708 em 2025, um aumento de 2,7% em comparação a 2024.
Silvio Costa Filho, ministro de Portos e Aeroportos, destacou: “Os dados do Porto de Santos evidenciam que o Brasil tem investido com planejamento, segurança jurídica e visão estratégica. Este porto que bate recordes, amplia sua capacidade e está pronto para receber investimentos significativos, como o Tecon Santos 10, que revolucionará a logística de contêineres no país.”

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