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Ministras têm poucas reuniões com Lula; confira
Senador Alessandro Vieira (MDB-SE) comentou que o ministro Dias Toffoli tem plena consciência de suas ações e busca a nulidade do caso Master.
Apesar da importância da paridade de gênero na formação de ministérios e tribunais, o presidente Lula (PT) tem priorizado menos as ministras para agendas privadas, evidenciado pelo fato de que sete das dez ministras com menos encontros agendados são mulheres, com no máximo duas reuniões com ele.
Márcia Lopes (Mulheres), Margareth Menezes (Cultura) e Cida Gonçalves (Mulheres) tiveram apenas uma reunião com o presidente em 2025.
Essas ministras tiveram o mesmo número de encontros com Paulo Pimenta (ex-Secom), que permaneceu pouco tempo na função.
Sônia Guajajara (Povos Indígenas), Anielle Franco (Igualdade Racial), Luciana Santos (Ciência) e Macaé Evaristo (Direitos Humanos) tiveram duas reuniões.
Rui Costa (Casa Civil) foi o ministro com mais encontros com o presidente pelo segundo ano consecutivo, totalizando 36 reuniões.
Estratégias do PT em São Paulo
A saída de Fernando Haddad do Ministério da Fazenda, para coordenar a campanha de reeleição de Lula, aguarda a decisão do governador Tarcísio de Freitas (Rep) sobre sua candidatura para as eleições presidenciais ou para reeleição no governo paulista.
Se optar pela reeleição, o PT não deve lançar candidato ao governo estadual nem se opor ao apoio a um nome do PSB, que apoiará o presidente.
Se decidir concorrer à presidência, o ministro da Fazenda assumirá a candidatura ao governo de São Paulo.
No PSB, Márcio França, ex-governador interino e ministro de Lula, é o principal nome para o governo paulista.
Simone Tebet, ainda no MDB mas com afinidade crescente ao PSB, é vista como candidata ao Senado. O MDB-SP apoia Tarcísio.
Outras notícias e movimentações
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC), durante recesso parlamentar e viagem aos EUA, visitou o deputado Eduardo Bolsonaro, que reside no país desde julho do ano passado.
O ato por “liberdade e justiça”, liderado por Nikolas Ferreira (PL-MG), ganhou adesão do deputado Carlos Jordy (PL-RJ), com percurso de 240 km até Brasília, atraindo apoiadores de vários estados.
Edson Fachin, presidente do STF, antecipou seu retorno para tentar reforçar o código de conduta dos ministros.
O governador Tarcísio de Freitas (Rep-SP) terá o primeiro encontro com o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Há preocupação no PT com a difícil situação eleitoral do governador do Ceará, Elmano de Freitas, que está em empate técnico com Ciro Gomes (PSDB), apesar do poder institucional.
Miriam Belchior, indicada para assumir a Casa Civil, conta com vasta experiência partidária, sendo filiada ao PT desde 1981, e é viúva de Celso Daniel, ex-prefeito de Santo André.
Hélio Lopes (PL-RJ) comparou decisões do STF em nomeações da Polícia Federal, criticando discrepâncias entre os casos.
O relacionamento entre PT e PSD na Bahia permanece tenso, com disputa para o Senado entre membros dos dois partidos.
Há questionamentos sobre o envolvimento do banqueiro Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master, com propriedades em Brasília.
Poder sem Pudor
Tancredo Neves tentou popularizar sua candidatura presidencial no Colégio Eleitoral durante um comício em Goiânia, apesar da rejeição ao vice por associações à ditadura. Apesar de negociações para evitar manifestações, faixas contra José Sarney foram exibidas, frustrando o candidato.

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