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Filho revela que gritos altos e desentendimentos causaram crime no Guará

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Vinicius de Queiroz, 23 anos, que tirou a vida da própria mãe, Maria Elenice de Queiroz, de 61 anos, com uma facada, contou em depoimento a razão do crime ocorrido na noite de terça-feira (20), no Guará II. Segundo ele, o impulso surgiu por causa do tom alto de voz da mãe e por diferenças de personalidade entre os dois.

“Foi um impulso. Somos pessoas diferentes. Ela fala muito alto e eu sou mais sensível, então acabei a ferindo com uma facada na jugular”, explicou Vinicius.

Durante o crime, ele estava resolvendo exercícios de matemática quando a mãe começou a falar alto, um comportamento frequente que acabava alterando o ambiente. Vinicius afirmou que qualquer barulho ou distração despertava nele um impulso que ele conseguia controlar até então.

Questionado se essa foi a primeira vez que isso aconteceu, respondeu que sim, dizendo que antes conseguia conter sua raiva, mas ficava muito triste ou batia em objetos para liberar o sentimento.

“Essa foi a primeira vez, antes eu conseguia não agir assim. Eu não me controlava totalmente, mas eu ficava muito deprimido ou batia em algo.”

Vinicius contou ainda que foi diagnosticado na adolescência com depressão e ansiedade. Ele não escuta vozes, nem tem alucinações que o levassem ao crime, mas revelou que já sonhou com a situação, que não lhe parecia estranha.

“Já sonhei com isso, por isso essa cena não me é estranha, parece que já vi antes.”

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