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Trump repreende o New York Times após pesquisa ruim
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou o New York Times depois da divulgação de uma pesquisa desfavorável nesta quinta-feira (22). Ele ameaçou incluir essa pesquisa em sua ação judicial multimilionária contra o jornal, alegando que o veículo age com animosidade contra ele.
Trump qualificou as pesquisas que considera “falsas e enganosas” como uma possível “ofensa criminal”.
Em sua plataforma Truth Social, o mandatário declarou: “A pesquisa do Siena Times, que costuma ser muito negativa comigo, especialmente perto das eleições de 2024, onde venci por grande margem, será adicionada ao meu processo contra o New York Times”.
O levantamento mostrou que apenas 40% dos americanos aprovam o desempenho de Trump após um ano no cargo.
Ele ainda cobrou preservação de todos os registros relacionados e acusou o jornal de manipular os resultados de forma tendenciosa.
Trump entrou com um processo de 15 bilhões de dólares contra o jornal em setembro de 2025, que foi inicialmente rejeitado por um juiz na Flórida. Posteriormente, o processo foi reapresentado com ajustes conforme solicitado pelo juiz.
A ação afirma que as declarações feitas pelo jornal prejudicam injustamente a reputação profissional de Trump, construída ao longo de décadas antes de sua presidência.
A pesquisa do Siena é parte de uma série de levantamentos que avaliam criticamente o primeiro ano de Trump no cargo, principalmente devido à situação econômica.
Quarenta e nove por cento dos participantes avaliam que o país está pior do que quando ele assumiu, enquanto 32% acreditam que a situação melhorou.
Quanto à política migratória, a avaliação é mais positiva: 50% aprovam as ações na fronteira sul, contra 46% que desaprovam.
Essa pesquisa nacional tem semelhanças com outra feita pelo Instituto Siena e pelo NYT após o primeiro ano do governo do democrata Joe Biden, em janeiro de 2022. Naquela época, 57% dos entrevistados achavam que o país caminhava na direção errada, contra 31% que tinham uma visão otimista.
Naquela ocasião, 52% tinham opinião favorável sobre Joe Biden, enquanto 42% tinham uma visão desfavorável.

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