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Governador de Minnesota critica ação violenta de agentes federais
Governador Tim Walz de Minnesota denunciou neste sábado (24) uma nova agressão violenta realizada por agentes federais dos Estados Unidos, ocorrida apenas duas semanas após a morte a tiros de uma mulher americana de 37 anos em Minneapolis, cometida por um agente do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega).
De acordo com relatos, um homem foi baleado e morto na mesma cidade neste sábado. O Departamento de Segurança Interna informou que o homem estava armado e resistiu, porém não deu detalhes adicionais ou confirmou a morte oficialmente.
Este tipo de ação faz parte de uma operação federal que deslocou milhares de agentes do ICE para Minneapolis, uma cidade administrada por democratas, no esforço do governo do presidente Donald Trump para deportar imigrantes em situação irregular em todo o país.
Tim Walz declarou em uma rede social: “Acabei de conversar com a Casa Branca sobre mais um tiroteio violento realizado por agentes federais esta manhã. Minnesota já não suporta mais essa situação. É algo revoltante. O presidente precisa interromper essa operação e retirar imediatamente esses milhares de oficiais violentos e sem treinamento da nossa cidade.”
A prefeitura de Minneapolis confirmou estar ciente de um novo incidente envolvendo forças federais perto de um cruzamento na cidade, que há semanas tem visto intensos protestos contra a presença do ICE.
Circula um vídeo não confirmado nas redes sociais mostrando uma pessoa aparentemente ferida por um tiro durante uma confusão no local, onde se ouvem vários disparos e ao menos uma pessoa está vestida com colete identificado como pertencente à polícia.
Os protestos que movimentam Minneapolis começaram após o disparo fatal que vitimou Renee Nicole Good, de 37 anos, em 7 de janeiro. A autópsia classificou a morte como homicídio, mas não necessariamente configurou crime. O agente responsável pelo disparo, Jonathan Ross, não foi afastado nem acusado até o momento.
Recentemente, a indignação foi reacendida com a prisão de Liam Coelho Ramos, uma criança de cinco anos, e de seu pai, Adrian Coelho Arias, de origem equatoriana, que foram detidos ao chegarem em casa.

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