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Zema diz que direita está unida para eleição presidencial
O governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), afirma que a direita segue unida para disputar as eleições presidenciais deste ano.
Segundo ele, mesmo com o surgimento de vários candidatos do campo de direita, os votos podem se consolidar em torno de um único nome no segundo turno.
“Vejo como positivo termos mais candidatos da direita, pois isso amplia a votação do nosso campo. Se alguém não se identificará comigo ou com Flávio Bolsonaro, pode votar em outro candidato da direita”, disse Zema em entrevista à Rádio Folha 96,7 FM.
Jair Bolsonaro (PL), ex-presidente, indicou o senador Flávio Bolsonaro (PL) como seu possível sucessor para a eleição de 2026. Outros políticos, como os governadores Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás; Tarcisio de Freitas (Republicanos), de São Paulo; e Ratinho Jr. (PSD), do Paraná, também podem lançar pré-candidaturas.
Zema acredita que a maior divisão ocorre apenas no primeiro turno, mas no segundo turno a direita estará unida. “Somos adversários na primeira fase, mas no segundo estaremos juntos, compartilhando grande parte dos votos do primeiro turno”, explicou.
O governador destaca ainda que não apoia as propostas de partidos da esquerda e estará alinhado contra esse grupo.
Sobre a formação de sua chapa, Zema não definiu nomes, mas considera a possibilidade de uma vice-presidente nordestina e mulher. “Seria excelente ter uma vice do Nordeste, e ainda uma mulher, mas nada está definido”, afirmou.
Ele também comentou sobre as eleições em Pernambuco, elogiando a governadora Raquel Lyra e classificando-a como de centro, enquanto vê o candidato João Campos mais à esquerda.
A seguir, a entrevista completa.

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