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Defesa quer que Bolsonaro receba padre na prisão após STF liberar visitas de pastores
A defesa de Jair Bolsonaro (PL) solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), permissão para que o ex-presidente possa receber atendimento religioso de um padre católico enquanto estiver preso.
O pedido foi protocolado nesta segunda-feira (26) no processo da execução penal que tramita na Corte. Nele, os advogados solicitam a inclusão do padre Paulo M. Silva na lista de atendimentos espirituais autorizados para o ex-mandatário.
Na petição, a defesa pede que o religioso seja autorizado a fazer visitas nos mesmos dias e condições que já foram aprovadas para a assistência religiosa concedida anteriormente a Bolsonaro. Isso faz referência ao modelo de visitas individualizadas, supervisionadas e com regras definidas pelo STF, que já haviam sido liberadas para líderes evangélicos.
Atualmente, o ex-presidente pode receber o bispo Robson Rodovalho e o pastor Thiago Macieira Manzoni, ambos ligados ao meio evangélico e ao grupo religioso que apoia Bolsonaro. Com o novo pedido, os advogados buscam incluir também a Igreja Católica na lista de assistência espiritual ao ex-presidente, sem alterar seu regime de custódia.
Jair Bolsonaro cumpre pena decorrente de condenação no processo relacionado à trama golpista. Desde o início da execução penal, as regras sobre as visitas e a rotina do local onde está preso têm sido definidas por decisões do ministro Alexandre de Moraes, que é o relator do caso.
O pedido é assinado pelos advogados Celso Vilardi, Paulo Amador da Cunha Bueno e Daniel Bettamio Tesser e ainda será analisado pelo ministro Moraes.

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