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Economia

Leite diz que Tarcísio deve concorrer à reeleição e tem respeito dele

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Eduardo Leite e Ronaldo Caiado afirmaram em entrevista nesta quarta-feira (28), durante um evento em São Paulo, que o PSD ainda não escolheu seu candidato para a presidência, mas já consideram a possibilidade de Tarcísio de Freitas (Republicanos) não disputar o cargo.

O partido liderado por Gilberto Kassab tem atualmente três possíveis candidatos: Ronaldo Caiado, governador de Goiás, que recentemente se filiou ao PSD; Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, filiado desde maio do ano passado; e Ratinho Júnior, governador do Paraná.

Em conversa à ‘Globonews’, os governadores comentaram os planos do PSD para as eleições presidenciais após a chegada de Caiado.

‘Hoje temos a certeza de que teremos um candidato à Presidência da República’, afirmou Caiado.

‘A entrada do governador Caiado é muito bem-vinda. Não haverá prévias para escolher o candidato, a decisão será tomada internamente. O governador Tarcísio tem nosso respeito, porém parece claro que seu foco será a reeleição no estado de São Paulo’, disse Leite, que ressaltou que o próprio Tarcísio indicou a intenção de disputar o governo paulista.

Caiado enfatizou que a candidatura do PSD não se configura como uma “terceira via”, mas sim como uma alternativa da direita, mencionando outros nomes como Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo).

‘Nas eleições, uma variedade de candidatos pode favorecer relatos similares ao ocorrido no Chile, onde o centro-direita venceu no segundo turno. Ter vários postulantes no primeiro turno é fundamental para enfrentar a força do governo do PT, que utiliza todos os meios para se manter no poder’, comentou Caiado.

Segundo Caiado, o candidato escolhido pelo PSD terá o apoio de todos os governadores do partido, e o vice na chapa não precisa ser necessariamente do PSD.

Outro aspecto abordado foi o paralelo com as eleições no Chile, que elegeram José Antonio Kast em 2023. O senador Rogério Marinho (PL) participou de uma conversa por vídeo com Caiado e Flávio Bolsonaro para discutir a estratégia política do campo conservador brasileiro.

Marinho sugeriu que ao invés de polarizar desde já entre Lula e um único adversário, a direita poderia se beneficiar da fragmentação inicial das candidaturas, similar ao modelo chileno, para ocupar diferentes espaços do eleitorado, testar lideranças e ampliar sua presença, com a possibilidade de união posterior contra o PT.

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