Brasil
PF investiga origem de notícias falsas sobre programas sociais
O ministro Wellington Dias, do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, declarou que a Polícia Federal está investigando para identificar quem está por trás da propagação de notícias falsas que visam enganar os beneficiários dos programas sociais do governo federal.
Durante o programa Bom Dia, Ministro, transmitido na quinta-feira (29) pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o ministro comentou que boatos têm circulado principalmente em redes sociais, sugerindo mudanças nas regras ou a imposição de novas condições nos programas, como o Bolsa Família.
Um exemplo recente de desinformação afirmou que o Bolsa Família só continuaria a ser pago para quem tivesse filhos. Wellington Dias classificou essa informação como sem sentido e preconceituosa, assegurando que nenhuma alteração ou restrição nesse sentido foi realizada.
Ele ressaltou que espalhar esse tipo de mentira, que pode prejudicar os beneficiários, configura crime e que os responsáveis por isso agem com má-fé.
“É crime e demonstra maldade. Imagina uma senhora idosa acreditando nessa falsidade e sofrendo consequências graves. Por isso, o combate a esses atos é prioridade”, argumentou o ministro.
A fiscalização dos programas foi acionada imediatamente após as denúncias surgirem, contando inclusive com o apoio da Polícia Federal.
Dúvidas ou suspeitas de irregularidades podem ser reportadas gratuitamente pelo Disque Social 121.
“A Polícia Federal está atuando para identificar os culpados, independentemente de quem sejam”, afirmou Wellington Dias. A investigação está em curso e, em breve, os primeiros resultados devem ser divulgados.
Denúncia de cobrança irregular no programa Gás do Povo
No mesmo programa, Wellington Dias recebeu a informação de cobrança indevida de taxas para beneficiários do programa Gás do Povo em Alagoas. Segundo relatos, valores de até R$ 30 estariam sendo cobrados de forma irregular.
O ministro destacou a importância das denúncias pelo canal 121 para que possam ser tomadas medidas eficazes contra esses atos.
“Sem denúncias, não há como agir. Por isso, peço à população que utilize o número 121 para reportar irregularidades. Dessa forma, podemos coibir essas práticas e proteger os beneficiários”, concluiu.

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