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João Campos comenta investigação da PF sobre possível vigilância ilegal no governo de PE

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Em vídeo nas redes sociais no último sábado (31/01), o prefeito do Recife, João Campos (PSB), falou sobre a investigação aberta pela Polícia Federal referente à possível vigilância ilegal feita pelo governo de Pernambuco contra aliados da gestão municipal.

Segundo o prefeito, “o povo de Pernambuco não aceita perseguição”.

João Campos afirmou que o Supremo Tribunal Federal (STF) ordenou uma investigação pela Polícia Federal após revelações da imprensa nacional de que alguns agentes da Polícia Civil estariam sendo usados para fins políticos e eleitorais, sem processos oficiais ou inquéritos. Ele mencionou “carros oficiais da prefeitura sendo monitorados, servidores acompanhados, tudo isso de maneira ilegal e clandestina”.

O ministro do STF, Gilmar Mendes, determinou que a Polícia Federal apure as alegações de uma possível vigilância indevida, classificando o caso como um suposto monitoramento ilegal.

Em sua decisão, o ministro solicitou que a PF verificasse se há evidências suficientes para indicar possíveis crimes cometidos por membros do governo da governadora Raquel Lyra (PSD), que foram acusados de realizar uma operação secreta de vigilância e espionagem, focando especificamente na atividade de rastreamento e reconhecimento facial de aliados do prefeito, incluindo familiares do secretário de Articulação Política e Social.

A Polícia Civil de Pernambuco declarou que realizou a operação “Nova Missão” em resposta a uma denúncia anônima sobre suposto pagamento de propina a um servidor do Recife, mas não encontrou provas, e nenhum inquérito foi instaurado. As autoridades negam qualquer irregularidade.

A Prefeitura do Recife condenou a ação dos policiais, chamando-a de ilegal, inconstitucional e imoral, e acusou o governo estadual de usar a Polícia Civil para fins eleitorais.

Raquel Lyra e João Campos são concorrentes nas eleições para o governo de Pernambuco neste ano, ambos buscando apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Embora a decisão do ministro Gilmar Mendes indique que não é o momento para responsabilizar diretamente as maiores autoridades do Poder Executivo estadual, ele observa que os indivíduos visados na suposta vigilância ilegal são parte do núcleo político do principal adversário da governadora atual.

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