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2026 pedirá regras mais duras para juízes eleitorais

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Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), destacou na cerimônia de abertura do ano judiciário na Corte Eleitoral que o ano de 2026 exigirá dos juízes um comportamento mais exigente e uma postura clara.

“Será um ano de eleição geral e isso demanda que as juízas e juízes eleitorais adotem condutas mais rigorosas, além de serem transparentes em suas ações, razões e decisões”, afirmou Cármen.

A ministra ressaltou a importância de combater qualquer forma de desvio ético, frisando que todos os membros do TSE devem agir conscientes de que tais desvios são inconstitucionais.

Segundo Cármen Lúcia, a população espera que os juízes eleitorais atuem com honestidade, livres de pressões e mantendo a imparcialidade.

Cármen também salientou que o Judiciário tem o dever de respeitar a lei e não interesses particulares, sendo fundamental que as decisões sejam claras e acessíveis aos cidadãos.

A presidente afirmou que o direito ao sossego cívico é assegurado pela confiança na justiça, que legitima o Poder Judiciário.

Ela lembrou que proteger a privacidade e a intimidade não pode impedir que a atuação dos juízes seja transparente. Os atos públicos e privados dos magistrados não devem gerar dúvidas à população.

“O segredo não combina com a República. Os direitos constitucionais de privacidade e intimidade não diminuem a necessidade de garantir transparência na atuação dos magistrados”, reforçou Cármen.

Além disso, suas declarações alinham-se às mensagens do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que durante a abertura do ano judiciário frisou a importância de criar um código de ética para nortear a conduta dos ministros. Para ele, isso é essencial para que o tribunal recupere a confiança de todos.

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