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Operação em Goiás investiga fraude com mandados falsos contra Lula e Moraes
A Polícia Civil de Goiás iniciou na manhã desta quinta-feira, 5, uma ação para desmantelar um esquema de fraudes envolvendo a inserção de mandados de prisão falsificados nos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Judiciário de Goiás. Os nomes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes foram usados de forma fraudulenta.
A operação foi conduzida pela Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC) de Goiás, em colaboração com o Núcleo de Inteligência do Tribunal de Justiça de Goiás, a Polícia Civil de Minas Gerais e com suporte da Polícia Civil do Distrito Federal.
As investigações revelaram a inserção de mandados falsos no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP), bem como em processos digitais do PROJUDI do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), envolvendo documentos forjados que simulavam decisões judiciais.
Em início deste ano, o CNJ detectou modificações ilegais nos dados do BNMP e registrou tentativas de emissão de mandados de prisão contra Lula e Moraes.
Anteriormente, Alexandre de Moraes foi alvo de um ataque hacker ao sistema do CNJ. O hacker Walter Delgatti Neto, agindo sob ordem da então deputada Carla Zambelli (PL-SP), expediu um mandado de prisão falso contra o ministro, que supostamente teria sido assinado pelo próprio magistrado. Ambos foram responsabilizados pelo Supremo Tribunal Federal.

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