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Primeiro-ministro britânico não pensa em renunciar mesmo com escândalo Epstein
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, enfrenta pressão depois que seu chefe de gabinete e diretor de comunicação deixaram seus cargos devido à conexão do ex-embaixador nos EUA com o criminoso Jeffrey Epstein. Apesar disso, Starmer não pretende sair do cargo e permanece focado nas suas responsabilidades.
Quando questionado sobre uma possível renúncia em 9 de outubro, um porta-voz afirmou que Starmer está comprometido com seu trabalho e dedicado a promover mudanças em todo o país.
O líder do Partido Trabalhista planeja falar com seus deputados ainda hoje, enfrentando pressão tanto de membros do próprio partido quanto da oposição conservadora, que quer vê-lo deixar o cargo.
O diretor de comunicação, Tim Allan, renunciou recentemente, ampliando a crise para o governo Starmer. Ele declarou que decidiu se afastar para facilitar a formação de uma nova equipe em Downing Street.
Outro alto funcionário, o chefe de gabinete Morgan McSweeney, também deixou o cargo após admitir que aconselhou Starmer a nomear Peter Mandelson como embaixador nos Estados Unidos, mesmo com as ligações deste a Epstein.
Starmer admitiu que foi um erro nomear Mandelson e lamentou ter acreditado em suas declarações, mas reiterou seu compromisso com o trabalho para o país.
No meio da pressão crescente, a líder da oposição conservadora, Kemi Badenoch, afirmou que não aceitar que um dirigente culpe seus conselheiros é essencial. Para ela, Starmer deve assumir a responsabilidade pela decisão que tomou, pois foi ele quem decidiu e não apenas orientado pelos seus assessores.

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