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Nova denúncia contra ministro do STJ Marco Buzzi no CNJ

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) recebeu uma nova queixa de assédio envolvendo o ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). A informação foi confirmada por pessoas próximas às investigações.

A defesa do ministro informou, em comunicado, que Marco Buzzi não praticou nenhuma conduta inadequada, o que, segundo eles, será comprovado nos procedimentos já em andamento. Os advogados ressaltam que a divulgação antecipada de informações não verificadas, fora dos canais oficiais e antes que a defesa tivesse acesso ao processo, parece ser uma tentativa de influenciar o devido processo legal e decisões judiciais futuras de forma imprópria.

Além disso, a defesa destacou que até o momento não teve acesso aos autos, apesar de já ter solicitado habilitação na semana anterior, e que não há base legal ou fática para comentários responsáveis sobre fatos ainda não esclarecidos, tampouco julgamentos públicos prematuros.

A primeira queixa contra o ministro, por suposta importunação sexual, foi feita por uma jovem de 18 anos que denunciou ter sido vítima de Marco Buzzi durante as férias na casa do magistrado em Balneário Camboriú, Santa Catarina. A jovem confirmou o ocorrido à Corregedoria.

A defesa nega qualquer ato impróprio por parte do ministro, conforme afirmaram.

Recentemente, o STJ instaurou uma sindicância para investigar o comportamento do magistrado, que pediu uma licença médica de 10 dias após as denúncias se tornarem públicas.

De acordo com a primeira acusação, o incidente teria ocorrido em 9 de janeiro, quando a jovem, filha de amigos próximos ao ministro, estava tomando banho de mar e foi supostamente agarrada várias vezes por Marco Buzzi. A família da jovem deixou imediatamente a residência do ministro e registrou uma ocorrência policial em São Paulo.

A sindicância no STJ tem a finalidade de reunir e avaliar documentos já formalizados em outras instâncias, incluindo o boletim de ocorrência e depoimentos feitos no CNJ. A comissão analisará os elementos presentes nos autos administrativos antes de tomar qualquer decisão sobre possíveis desdobramentos.

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