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Disputa pela União Progressista aquece cenário político em Pernambuco

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Antes de concorrerem à cadeira principal do Palácio do Campo das Princesas, o prefeito do Recife, João Campos (PSB), e a governadora Raquel Lyra (PSD), que naturalmente busca a reeleição, enfrentam hoje uma complexa disputa pelo respaldo da Federação União Progressista.

O Partido Progressistas (PP) e o União Brasil (UB) solicitaram o registro da federação desde dezembro, mas ainda aguardar aprovação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Até lá, os dois partidos precisam encontrar um meio-termo.

João Campos demonstrou confiança na habilidade de negociação do presidente do UB no estado e candidato ao Senado, Miguel Coelho, que tem mantido diálogo com a governadora, inclusive reunindo-se em Brasília na semana passada. Apesar do encontro não ter sido agendado oficialmente nem trazer avanços concretos, a expectativa de João Campos é compreensível, dado seu vínculo com o grupo.

No PP, há quem acredite firmemente que Miguel Coelho pode se alinhar com o grupo de Raquel Lyra.

Outra incógnita é o posicionamento do presidente do PP e da federação, além de pré-candidato ao Senado, Eduardo da Fonte, que tem apoiado a gestão de Raquel Lyra há três anos, mas ainda não confirmou sua aliança eleitoral deste ano. Ele afirma que seu foco é coletivo e prioriza a formação das bancadas, ressaltando que a eleição para senador será consequência desse trabalho.

Se o PP e o UB não chegarem a um acordo, a federação pode acabar prejudicada, perdendo os benefícios de tempo de TV e fundos partidários mais elevados.

Posicionamentos dos aliados

Antônio Moraes, deputado estadual aliado de Raquel Lyra e do PP, é categórico ao afirmar que o apoio de Eduardo da Fonte à candidatura de João Campos é improvável e não faria sentido.

Já o deputado Edson Vieira, próximo ao grupo de Miguel Coelho, destaca que Eduardo da Fonte é parceiro de Raquel Lyra e que Miguel Coelho está construindo sua candidatura ao Senado através de um processo de diálogo, sem se comprometer com nenhum dos grupos.

Cenário nacional e expectativas para 2026

Após o presidente Lula elogiar Geraldo Alckmin (PSB) durante encontro do PT na Bahia, sem confirmar se ele será seu vice novamente, o presidente nacional do PSB, João Campos, comentou positivamente: “É extremamente importante para nosso partido e benéfico para o Brasil ter Alckmin como vice”.

A executiva do PT em Pernambuco ainda não avançou em decisões importantes. A expectativa está voltada para a chegada de Edinho Silva, presidente nacional do partido, que desembarca no Recife no dia 5 de março, para preparar encontros e organizar plenárias nos principais municípios do estado, ouvindo as bases partidárias.

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