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Trump encontra militares que capturaram Maduro
O presidente Donald Trump e sua esposa, a primeira-dama Melania Trump, se reunirão nesta sexta-feira (13) com militares norte-americanos que participaram da prisão do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro, uma ação que o republicano destacou pela sua eficiência.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, informou que o encontro ocorrerá em Fort Bragg, na Carolina do Norte, envolvendo membros das forças especiais e familiares dos militares.
No final de janeiro, durante um comício, Trump qualificou a captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, atualmente detidos nos Estados Unidos, como uma das operações militares mais brilhantes, rápidas e letais já vistas.
“Entramos em uma base militar grande e poderosa com um grupo de patriotas extremamente talentosos”, destacou Trump.
Em entrevistas, ele também falou sobre uma arma nova e misteriosa que chamou de “discombobulator”, termo em inglês que significa desorientar ou desconcertar. Trump descreveu o equipamento como capaz de desabilitar instantaneamente as defesas do inimigo.
“Não posso revelar detalhes. Mas posso dizer que o que essa arma faz é impedir o funcionamento dos aparelhos inimigos”, declarou Trump ao canal NBC na semana passada.
A operação conduzida pelos EUA que resultou na captura de Maduro causou a morte de pelo menos 55 pessoas, entre elas 23 soldados venezuelanos e 32 cubanos pertencentes aos serviços de segurança. O número de civis mortos não foi informado, contudo, estimativas indicam entre 70 e 80 vítimas.

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