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PT denuncia Flávio Bolsonaro, Zema e PL por propaganda antecipada
PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, iniciou nesta sexta-feira (20) um movimento judicial contra adversários políticos, acusando-os de propaganda eleitoral antes do permitido.
A sigla protocolou cinco processos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que têm como foco o senador Flávio Bolsonaro (PL), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), além de parlamentares do PL. Eles são acusados de quebrar as normas eleitorais ao promover a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência e pelo uso inadequado de inteligência artificial para satirizar um desfile de escola de samba que homenageou Lula.
Em uma das ações, o PT alega que o senador e Gilson Machado, ex-ministro do governo Bolsonaro, praticaram propaganda antecipada ao distribuírem materiais com a frase “Flávio Bolsonaro 2026”. A legislação proíbe propagandas eleitorais antes do início oficial do período eleitoral, que começa no segundo semestre do ano.
Outra denúncia apresentada ao TSE refere-se a parlamentares do PL, como a deputada federal Bia Kicis (PL-DF) e os senadores Marcos Rogério (PL-RO) e Rogério Marinho (PL-RN), que também estariam promovendo campanha eleitoral antes do tempo permitido.
O PT também indicou ao TSE possíveis irregularidades relacionadas à divulgação de um vídeo nas redes sociais de Flávio Bolsonaro. Esse vídeo, criado com inteligência artificial, mostra imagens do presidente em situação de prisão, ironizando a apresentação da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou Lula no carnaval do Rio de Janeiro neste ano.
Na ação, o PT sustenta que há uma clara associação entre o nome do presidente e pré-candidato à reeleição e atividades criminosas, com a imputação infundada de ser ladrão.
A legenda do vídeo publicado por Flávio afirma que “ao contrário do desfile eleitoral do Lula, este vídeo não utilizou dinheiro público”. Por sua vez, o PL ingressou com processo no TSE para investigar o uso de recursos públicos no desfile da escola de samba em questão.
Além disso, as ações do PT contra o uso indevido de inteligência artificial envolvem acusações de calúnia e difamação contra Lula e incluem conteúdos similares aos divulgados pelo PL e pelo governador Romeu Zema nas redes sociais.

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