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Moraes ordena tornozeleira para mais suspeito de vazamento
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que seja colocada uma tornozeleira eletrônica em mais um indivíduo suspeito de envolvimento no vazamento de informações de ministros da Corte e de suas famílias. A identidade do suspeito ainda não foi divulgada.
A ordem foi executada pela Polícia Federal no Rio de Janeiro. Em fevereiro, já havia sido adotado um conjunto de medidas preventivas, incluindo o uso da tornozeleira e a retenção do passaporte dos investigados, no âmbito da operação que apura a participação de quatro servidores nos vazamentos e suas possíveis motivações.
A apuração foi iniciada por iniciativa do ministro Alexandre de Moraes, que, em janeiro, autorizou a abertura de investigação para verificar possíveis vazamentos de dados sigilosos dos ministros e seus familiares na Receita Federal e no Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Segundo informações do STF, foram identificados diversos acessos indevidos ao sistema da Receita Federal, seguidos pelo vazamento das informações confidenciais.
Os quatro suspeitos inicialmente alvos da operação são servidores da Receita, incluindo um cedido pelo Serpro, empresa pública responsável por soluções digitais para o governo federal. Todos foram afastados de suas funções.
Essa investigação ocorre no contexto de reportagens que citaram um contrato do Banco Master com o escritório da esposa do ministro Moraes, Viviane Barci. A coluna de Malu Gaspar, em dezembro, revelou que, em um período de três anos, o contrato alcançou o valor total de R$ 131,3 milhões.

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