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Miguel Coelho e Fernando Filho criticam operação em Petrolina
Os deputados Miguel Coelho (UB) e Fernando Filho (UB) manifestaram-se nesta quarta-feira (25) contra uma ação que investiga as emendas parlamentares destinadas durante o mandato de Fernando Bezerra Coelho (MDB) e Fernando Filho.
Na nota, os parlamentares ressaltaram que a operação possui um viés político, destacando que sempre colaboraram com os órgãos de controle. O Supremo Tribunal Federal (STF) já analisou parte dos fatos e, por decisão do ministro Flávio Dino, arquivou o processo. Conforme a decisão, a Procuradoria Geral da República (PGR) posicionou-se contra a ação da Polícia Federal.
Os deputados reforçaram ainda que as contas de Petrolina estão regulares e aprovadas.
Apresentamos abaixo a nota completa:
Na manhã desta quarta-feira (25), a população de Pernambuco foi surpreendida por uma operação cujo foco principal é o progresso da cidade de Petrolina.
A petição no STF reflete as emendas parlamentares destinadas durante o mandato de Fernando Bezerra Coelho e Fernando Filho para Petrolina, emendas estas que contribuíram para o desenvolvimento da cidade, que foi a que mais cresceu no Nordeste na última década, melhorando a qualidade de vida, a educação e os índices de desenvolvimento humano.
Estamos convencidos de que nossa força política é essencial para que mais recursos sejam destinados à cidade. Petrolina continuará crescendo e não retornará ao passado.
Conforme decisão do ministro Flávio Dino, fatos semelhantes já foram avaliados pelo STF, resultando no arquivamento do processo (INQ 4513). A PGR se posicionou contrariamente às medidas solicitadas pela Polícia Federal.
Não podemos deixar de notar o caráter político dessa operação, pois nunca deixamos de fornecer informações aos órgãos de controle, estadual ou federal. As contas de Petrolina estão devidamente organizadas e aprovadas.
Seguimos tranquilos e confiantes na Justiça brasileira.
Nossa luta política não será abalada por perseguições, independentemente da origem delas.

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