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pt evita stf sobre cpi do inss com medo de derrota
Deputado Evair de Mello (PP-ES) comentou após tumulto causado por petistas na CPMI do INSS, que resultou na quebra de sigilo de Lulinha, filho do ex-presidente Lula: “Esquerda não sabe perder”.
Surpreendentemente, o PT e seus aliados não recorreram ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão de quebrar o sigilo bancário e fiscal de Lulinha. O motivo principal foi o receio de perder o caso nas mãos do ministro André Mendonça, relator das investigações relacionadas ao INSS e Banco Master. Diferente de ministros anteriores, Mendonça é visto como imparcial, reduzindo as chances de sucesso do PT. Em vez disso, recorreram ao senador aliado Davi Alcolumbre, presidente do Congresso.
Após a decisão de quebra de sigilo, o PT alegou fraude na votação, mas essa afirmação não se confirmou. Ao contrário do passado, não houve recurso ao STF. Logo após o episódio, deputados petistas indicaram em entrevistas que recorreriam a Alcolumbre, sem mencionar o Supremo.
Em um comportamento incomum, deputados como Rogério Correia (PT-MG) e Paulo Pimenta (PT-RS) chegaram a agir agressivamente contra a mesa diretora da CPMI, sem indicar interesse em ação judicial no STF. O deputado Paulo Pimenta, autor da votação única de 87 requerimentos, derrotado nessa iniciativa, optou por focar suas críticas apenas na liderança da comissão.
O governo Lula investiu fortemente em anúncios no Facebook, totalizando R$ 3,7 milhões no último mês, segundo dados da Meta. A página oficial do Governo do Brasil foi a maior anunciante política na rede social desde o início de 2026, gastando mais de R$ 1,1 milhão apenas para divulgar a isenção do Imposto de Renda.
A Prefeitura do Rio de Janeiro também destaca-se, subindo para a segunda posição, com R$ 408 mil investidos em anúncios desde o começo do ano. Nos últimos três meses, o total gasto por Lula e equipe na plataforma aproxima-se dos R$ 9 milhões.
Na CPMI do INSS, foram aprovados diversos requerimentos incluindo a quebra dos últimos dez anos de sigilo bancário do Banco Master S/A, abrangendo o período de 1º de janeiro de 2015 até 31 de dezembro de 2025, atendendo solicitação de Marcel van Hattem (Novo-RS).
Além de Lulinha, também houve convocações de figuras como Mario Leão, CEO do Banco Santander Brasil, e João Roma, ex-ministro da Cidadania no governo anterior. Sindicatos ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT) tiveram seus sigilos fiscal e bancário quebrados.
O presidente do STF, Edson Fachin, decidiu que o julgamento sobre pagamentos acima do teto constitucional a servidores públicos será realizado em 25 de março, envolvendo casos conhecidos como “penduricalhos”.
O partido Novo, representado pelo deputado Luiz Lima (RJ), planeja abrir processo ético contra petistas que agrediram o parlamentar durante sessão da CPMI que quebrou o sigilo de Lulinha. Luiz Lima manifestou não desejar que o processo prospere.
O deputado Zucco (PL-RS) está buscando apoios para votação urgente do Cadastro Nacional de Agressores de Mulheres, respondendo ao aumento dos feminicídios durante o governo atual.
Por fim, observa-se que tentativas políticas contenciosas não prosperam quando não contam com apoio majoritário, simbolizado aqui como “tapetão”.

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