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Mais de 50 mortes em ataque dos EUA a escola no Irã

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Um ataque realizado por forças israelenses e norte-americanas atingiu uma escola feminina na cidade de Minab, localizada na província de Hormozgan, no sul do Irã, resultando na morte de pelo menos 50 pessoas, conforme informado pela agência oficial IRNA.

Além das vítimas fatais, outras 45 pessoas ficaram feridas no incidente. A cidade abriga uma base da Guarda Revolucionária do Irã, força paramilitar do país.

Até o momento, os Estados Unidos e Israel não divulgaram detalhes sobre a operação militar realizada neste sábado. Donald Trump, então presidente dos EUA, fez um apelo direto à população iraniana para que busque tomar o controle de seu governo, sugerindo a possibilidade de mudança no regime teocrático vigente após anos de conflitos.

O confronto rapidamente tomou proporções maiores. A Guarda Revolucionária iraniana respondeu com o lançamento de uma ofensiva inicial envolvendo drones e mísseis contra alvos em Israel, que ativou um alerta nacional e anunciou que reagiria para conter os ataques.

Paralelamente, no Bahrein, um ataque com mísseis teve como alvo a sede da 5ª Frota da Marinha dos EUA, localizada no arquipélago. Explosões foram ouvidas também no Kuwait, onde está sediado o Comando Central das Forças Americanas, assim como no Catar.

O Iraque e os Emirados Árabes Unidos tomaram a decisão de fechar seus espaços aéreos, enquanto sirenes foram acionadas na Jordânia. Em Abu Dhabi, capital dos Emirados, um ataque com estilhaços causou uma morte, a primeira fatalidade confirmada nos ataques de retaliação rápidos do Irã.

Os houthis, movimento aliado ao Irã no Iêmen, declararam intenção de retomar os ataques nas rotas marítimas do Mar Vermelho e contra Israel, segundo relatos de dois altos representantes desse grupo que preferiram permanecer anônimos por falta de um pronunciamento oficial.

Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, que vê o Irã como seu principal inimigo, afirmou que a operação conjunta teve como objetivo eliminar uma ameaça existencial trazida pelo Irã. Ele destacou que a ação criaria condições para o povo iraniano assumir o controle do próprio destino.

Os alvos da campanha incluíram forças militares, símbolos governamentais e instalações de inteligência do Irã, conforme informações de um oficial que acompanha a operação.

Em reação, o Irã lançou ataques contra Israel, o que levou hospitais israelenses a ativar seus protocolos de emergência, envolvendo transferência de pacientes e realização de cirurgias em instalações subterrâneas.

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