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Exame do IML revela ferimentos na face e pescoço de policial baleada em SP

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O exame necroscópico do Instituto Médico Legal (IML), realizado após a exumação do corpo da policial militar Gisele Alves Santana, identificou ferimentos causados por pressão e arranhões compatíveis com unhas na face e região do pescoço da vítima.

O laudo, datado de um sábado, dia 7, foi feito um dia após a exumação do corpo da policial.

Em 19 de fevereiro, um laudo inicial já havia indicado ferimentos na face e lateral direita do pescoço.

Naquele documento, o legista descreveu marcas indicativas de pressão digital, com formato arredondado, e arranhões superficiais em forma de meia-lua causados por unhas.

Ambos os exames concluem que a causa da morte foi um traumatismo craniano grave devido a um disparo de arma de fogo.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que aguarda o resultado dos laudos relacionados à reconstituição dos fatos e à exumação, enfatizando que detalhes permanecem sob sigilo judicial.

Gisele Alves Santana foi encontrada com um ferimento de bala na cabeça em 18 de fevereiro no apartamento onde morava com seu marido, o tenente-coronel Geraldo Leite. Ele estava presente na ocorrência e comunicou às autoridades que se tratava de um possível suicídio.

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