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Mendonça estende investigação sobre fraudes do banco Master por 60 dias
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), aceitou o pedido da Polícia Federal (PF) e prolongou por mais 60 dias a investigação sobre fraudes ocorridas na aquisição do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília (BRB).
Os investigadores destacaram que a ampliação do prazo era essencial para a realização de diligências indispensáveis para esclarecer os fatos.
A decisão foi tomada no contexto da investigação que foi transferida para o gabinete do ministro Mendonça em fevereiro, em meio à turbulência na Corte causada pelas apurações. O caso foi redistribuído depois que o ministro Dias Toffoli se afastou da relatoria, motivado por questionamentos sobre suas relações com o ex-proprietário do banco, Daniel Vorcaro.
No começo do mês, o ministro do STF ordenou a abertura da terceira fase da Operação Compliance Zero, que resultou na segunda prisão de Vorcaro.
A decisão aguarda o julgamento da Segunda Turma da Corte, que já possui maioria para manter o ex-dono do Master preso, faltando apenas o voto do decano Gilmar Mendes. Toffoli declarou-se impedido para acompanhar as investigações a partir de então.
Desde a mudança de relatoria para Mendonça, este tem revisado algumas decisões tomadas por Toffoli, especialmente no que diz respeito à perícia dos dispositivos eletrônicos apreendidos nas fases anteriores da Compliance Zero.
Toffoli defende que durante sua relatoria atendeu todas as solicitações feitas pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República.

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