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Conflito EUA e Irã: 11 fatos recentes sobre a escalada da guerra
Nos últimos dois dias, a guerra no Oriente Médio teve ameaças e sinais claros de intensificação e maior perigo.
No sábado, 21, Trump deu 48 horas para que o Irã reabra totalmente o Estreito de Ormuz – rota vital para o transporte de petróleo bloqueada por ataques iranianos -, sob pena de os EUA atacarem as usinas elétricas do país.
O Irã rejeitou o ultimato, afirmando que fechará completamente o Estreito se sua infraestrutura energética for atacada.
No domingo, 22, o papa Leão XIV expressou consternação diante dos eventos, classificando as consequências como um “escândalo”. A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que as instalações nucleares representam uma ameaça crescente para a saúde pública e o meio ambiente.
Principais acontecimentos recentes:
- Trump dá ultimato ao Irã para reabrir o Estreito de Ormuz
- Irã responde e ameaça fechar Estreito de Ormuz
- Irã ameaça atacar instalações energéticas no Golfo
- Israel bombardeia ponte estratégica no Líbano
- Netanyahu promete atacar líderes do Irã
- Papa Leão XIV denuncia mortes na guerra como um escândalo
- OMS alerta para fase perigosa da guerra
- Irã lança 400 mísseis contra Israel
- Uma morte no norte de Israel causada por foguete do Líbano
- Ataques noturnos contra centro dos EUA no aeroporto de Bagdá
- Três mísseis atingem capital da Arábia Saudita
No sábado, 21, o presidente americano, Donald Trump, deu um prazo de 48 horas para que o Irã libere totalmente o Estreito de Ormuz para o tráfego marítimo, ameaçando destruir suas usinas elétricas caso contrário.
A Guarda Revolucionária iraniana afirmou que fechará completamente o Estreito de Ormuz se as usinas hidrelétricas forem atacadas, permitindo passagem apenas após reconstrução das instalações destruídas.
O Irã também afirmou ter abatido um caça F-15 sobre a costa sul, mostrando um vídeo do ataque.
O Irã declarou que destruirá empresas no Oriente Médio com participação dos EUA, e considera as instalações de energia em países com bases americanas como alvos legítimos.
O ministro da Defesa de Israel ordenou intensificar ataques a pontes e casas no sul do Líbano, visando conter o Hezbollah, grupo armado apoiado pelo Irã.
O primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, prometeu atacar pessoalmente todos os dirigentes iranianos, afirmando que toda a nação israelense está na linha de frente do conflito.
O papa declarou estar consternado pelos conflitos no Oriente Médio e outras regiões, e considerou a morte e a dor causadas pela guerra um grito diante de Deus.
A Organização Mundial da Saúde destacou que ataques próximos a instalações nucleares representam grave ameaça à saúde pública e ao meio ambiente.
Desde o início da guerra, o Irã lançou mais de 400 mísseis balísticos contra Israel, com 92% sendo interceptados.
Um foguete lançado do Líbano, reivindicado pelo Hezbollah, causou a morte de uma pessoa no norte de Israel.
Um centro diplomático americano no aeroporto de Bagdá foi alvo de oito ataques durante a noite de sábado.
Três mísseis balísticos foram detectados perto de Riade, capital da Arábia Saudita; um foi interceptado e os outros dois caíram em áreas desabitadas.

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