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Mendonça autoriza servidor afastado do BC a não depor na CPI do Crime Organizado
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, decidiu que Belline Santana, ex-chefe do Departamento de Supervisão Bancária do Banco Central, não é obrigado a comparecer à Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado para prestar depoimento, marcado para esta terça-feira.
Caso o ex-servidor do BC, alvo da terceira fase da Operação Compliance Zero, opte por ir à CPMI, ele poderá manter o silêncio sem ser pressionado. Nessa situação, Belline deverá informar expressamente para que a Polícia Federal providencie sua transferência ao Senado. Atualmente, ele está com tornozeleira eletrônica.
Belline foi afastado do Banco Central por decisão do ministro André Mendonça. Ele é suspeito, junto a Paulo Sérgio Neves de Souza, de atuar como um “consultor informal” para o ex-dono do banco, Daniel Vorcaro, em troca de benefícios ilegais, conforme investigações da Polícia Federal.
Antes da operação que os levou a serem investigados, ambos já haviam sido afastados do cargo em decorrência de uma decisão administrativa do Banco Central no âmbito de uma sindicância interna. Além disso, a Controladoria-Geral da União iniciou um processo que pode levar à expulsão dos servidores de alta patente do órgão.

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