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Isolamento de Bolsonaro tem custo: prisão domiciliar restrita

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Governador Tarcísio de Freitas (Rep-SP) declarou: “Nada é mais justo” sobre a concessão da prisão domiciliar a Jair Bolsonaro.

A decisão do ministro Alexandre de Moraes de vincular a prisão domiciliar do ex-presidente ao seu estado de saúde, em razão da pneumonia, agradou seus opositores no Planalto. Essa medida impede que Bolsonaro receba aliados políticos, restringindo seu espaço de articulação num momento crítico para alianças visando as eleições no Senado, que são prioritárias para a direita, já que ali pode ser deflagrado o impeachment de ministros do STF. Moraes autorizou visitas apenas de advogados, médicos e familiares.

Tudo planejado
A suspensão das visitas, justificada pela necessidade de “evitar risco de sepse e controle de infecções”, foi condicionada à condição de saúde do ex-presidente.

Momento desfavorável
Se iniciada nesta quarta-feira (25), a prisão domiciliar termina poucos dias antes do início das convenções partidárias, ocasião em que os partidos oficializam seus candidatos.

Restrições rigorosas
Enquanto esteve na Papuda, Bolsonaro podia receber aliados; dependendo de eventual prorrogação, ele só poderá sair da prisão após o registro definitivo das candidaturas.

Confinamento prolongado
A eventual extensão da prisão domiciliar, conforme indicou o despacho, manterá Bolsonaro afastado até o fim de setembro, sem direito a visitas de terceiros.

Motivação política
Segundo o deputado príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), “o objetivo real é político-institucional: reduzir desgaste e aliviar a pressão sobre o Supremo Tribunal Federal”.

Contexto político
Anthony Garotinho manifestou interesse em retornar à política, sendo pré-candidato a deputado federal. Já o vice-líder do PL na Câmara, Rodolfo Nogueira, considera a prisão domiciliar uma “migalha do estado totalitário”, afirmando que a verdadeira comemoração seria a absolvição total.

Comentários familiares
Carlos Bolsonaro expressou alívio com a prisão domiciliar do pai, mas ressaltou que não se trata de justiça, criticando o processo como “repleto de ilegalidades”.

Decisões partidárias
Gilberto Kassab, líder do PSD, confirmou que o partido irá definir o nome do candidato à Presidência ainda este mês.

Novos cargos no Senado
O Senado analisa projeto que cria diversos cargos na Justiça Eleitoral, que já foi aprovado na Câmara.

Críticas recentes
O deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS) ironizou o envolvimento de Fábio Luís, filho do presidente Lula (PT), em um novo escândalo político.

“Pensando bem… a decisão é ‘sabor’ prisão domiciliar.”

PODER SEM PUDOR

O histórico político Miguel Arraes costumava dizer que todo político deveria passar pelo menos um ano preso, pois durante esse tempo ele pôde se preparar e estudar mais do que nunca, aproveitando o período de reclusão.

Com Rodrigo Vilela e Tiago Vasconcelos
www.diariodopoder.com.br

As informações contidas neste espaço são responsabilidade de seus autores e não refletem a opinião da Folha de Pernambuco.

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