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Trump afirma que ataque contra Irã está muito avançado

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O presidente americano Donald Trump declarou nesta quinta-feira (26) que as operações militares dos Estados Unidos contra o Irã estão muito adiantadas em relação ao cronograma previsto.

“Planejávamos cumprir nossa missão em quatro a seis semanas. Aos 26 dias, estamos realmente bem avançados”, disse Trump na sua primeira reunião de gabinete desde o início do conflito.

“Eles são combatentes fracos, mas bons negociadores e estão buscando um acordo”, afirmou Trump na Casa Branca ao lado de importantes autoridades, como o secretário de Estado, Marco Rubio, e o chefe do Pentágono, Pete Hegseth.

“O governo iraniano reconhece que foi derrotado de forma clara”, garantiu o presidente.

Nos últimos dias, Trump tem dito que o Irã deseja negociar, embora Teerã negue conversas diretas.

O presidente também voltou a criticar os aliados da Otan, que rejeitaram seus pedidos para enviar forças navais para proteger o Estreito de Ormuz, rota petrolífera estratégica que o Irã de fato bloqueou.

“A Otan não fez nada até agora, o que nos decepciona muito”, disse Trump. Ele criticou especialmente o Reino Unido, por enviar seu porta-aviões tarde e chamou suas embarcações de “brinquedos” em comparação às americanas.

Durante o encontro, o enviado especial americano Steve Witkoff confirmou pela primeira vez que os Estados Unidos enviaram ao Irã uma lista com 15 demandas através do Paquistão, que atua como intermediário.

Witkoff, um empresário que liderou as negociações com o Irã antes dos ataques combinados americanos e israelenses, afirmou que há fortes sinais de que Teerã está disposto a aceitar um acordo.

“Vamos acompanhar o desenrolar da situação para tentar convencer o Irã de que esse é o momento decisivo, pois eles não têm muitas opções além de continuar com a destruição e morte”, explicou.

O vice-presidente JD Vance, antes muito contrário à intervenção, declarou que Trump está assegurando que o Irã não desenvolva armas nucleares.

Hegseth criticou a mídia por não apoiar a campanha militar de Trump e o elogiou por liderar a causa do mundo livre.

“Esperamos um acordo e o apoiamos, mas enquanto isso… o Departamento de Guerra continuará negociando com força”, declarou Hegseth.

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