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Líder jovem do PL em Sergipe é acusado de atropelar militante em protesto

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Flávio de Oliveira Rodrigues, de 36 anos, acusado de tentativa de homicídio após atropelar um militante petista durante uma manifestação em 2024, foi recentemente escolhido para liderar o diretório do PL Jovem em Sergipe. Na época do incidente, Flávio era candidato a vereador e o episódio ocorreu durante uma campanha eleitoral para a candidata à prefeitura de Aracaju, Candisse Carvalho (PT).

A vítima, um trabalhador identificado como Charles Silva, foi arrastada por cerca de dois quilômetros enquanto estava preso ao capô do veículo e necessitou de uma cirurgia na tíbia devido aos ferimentos.

A nomeação de Flávio foi anunciada pela vereadora e presidente do diretório local, Moana Valadares, que ressaltou sua trajetória na direita e no bolsonarismo, além de destacar seu engajamento nas causas defendidas pelo partido.

Moana Valadares afirmou: “Pensar em PL Jovem aqui é lembrar do trabalho e da luta do Flavinho.” Por sua vez, Flávio agradeceu a confiança e declarou seu compromisso em fortalecer a direita em Aracaju e em Sergipe, afirmando que o foco é recuperar o país em 2024.

Detalhes da denúncia

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) encaminhou o caso ao Ministério Público em outubro de 2024, cumprindo determinação do Secretário de Segurança Pública, João Eloy. A denúncia oficializa a tentativa de homicídio qualificado, fundamentada em provas materiais e indícios de autoria.

Flávio estava no carro com outros indivíduos e, segundo a acusação, tentaram provocar tumulto na manifestação jogando uma carteira de trabalho. A vítima era um profissional contratado para manter a ordem durante o ato político.

Flávio afirmou, em vídeo divulgado na época, que seu veículo foi cercado por militantes do PT, que teriam agredido e tentado linchá-los. Ele relatou que havia sido atacado enquanto tentava sair do local da manifestação, alegando que a situação envolvia confronto e agressões por ambos os lados.

Já a candidata Candisse Carvalho destacou que o episódio transcende a política e trata de humanidade, condenando a violência como resposta a diferenças sociais e políticas.

Sobre o processo, Flávio garantiu não ter sido condenado e que, portanto, não existe impedimento legal para ocupar cargo público ou função partidária. Ele ressaltou o direito à presunção de inocência e afirmou que não estava dirigindo o carro no momento dos fatos, reforçando sua confiança na Justiça de Sergipe para esclarecer os acontecimentos.

Até o momento, o PL Nacional e o PL Sergipe não se posicionaram oficialmente sobre o caso.

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