Economia
Governo trabalha e pede ajuda dos Estados para conter alta dos combustíveis
Geraldo Alckmin, vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), afirmou nesta sexta-feira, 27, que o governo federal está empenhado em controlar o aumento dos preços dos combustíveis, após os recentes conflitos no Oriente Médio. Ele ressaltou que o apoio dos Estados seria fundamental.
“A cooperação dos Estados é muito importante. O presidente Lula tomou uma atitude correta. Não temos como parar a guerra, mas estamos lidando com suas consequências. O governo eliminou todos os impostos sobre o diesel, zerou o PIS/Cofins e ainda concedeu um subsídio para proteger os consumidores. Os Estados também podem ajudar, contribuindo nesse esforço conjunto. Estamos trabalhando e esperamos que esse cenário seja temporário, e que os preços do petróleo retornem ao normal quando a guerra acabar”, declarou Alckmin.
As declarações foram dadas durante uma breve coletiva de imprensa com jornalistas em São Paulo, após evento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) sobre o acordo entre Mercosul e União Europeia.
O governo federal propôs inicialmente que os Estados reduzissem a alíquota de ICMS sobre o diesel, dividindo o custo entre a União e os próprios Estados. Outra ideia em discussão é oferecer um subsídio de R$ 1,20 por litro do diesel importado.
Nesta sexta-feira, está marcada uma reunião do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal para tratar do tema.


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