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Donald Trump ameaça: Cuba será o próximo

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Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, disse na sexta-feira (27) que Cuba será o próximo alvo, ameaçando a ilha caribenha que enfrenta um bloqueio de petróleo que sufoca sua economia.

O líder republicano também negou que as recentes ações militares dos EUA na Venezuela e no Irã tenham diminuído o apoio ao movimento MAGA (“Make America Great Again”), que é fortemente contra o intervencionismo americano no exterior.

Durante um discurso no fórum de investimentos FII Priority, apoiado pela Arábia Saudita, Trump afirmou que o movimento MAGA busca “força” e “vitória”. Ele citou como exemplo a captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro, em janeiro.

“Eu construí um grande exército. Eu disse: ‘Vocês nunca precisarão usá-lo’, mas às vezes é necessário”, afirmou Trump. “E Cuba, aliás, será a próxima. Mas finjam que eu não disse isso”, adicionou.

Em seguida, ele pediu para a imprensa ignorar o comentário, mas logo repetiu “Cuba será a próxima”, arrancando risos do público presente no evento em Miami.

O presidente americano, que já cogitou tomar a ilha, não especificou seus planos para Cuba.

O líder cubano, Miguel Díaz-Canel, declarou na semana anterior que qualquer tentativa de agressão externa enfrentaria uma resistência firme e inabalável.

O embargo petrolífero imposto pelos Estados Unidos pressiona intensamente as autoridades comunistas. Apagões frequentes e escassez de alimentos, remédios e outros bens essenciais têm provocado protestos, inclusive com panelaços noturnos. Essas falhas aumentaram desde a captura de Nicolás Maduro, principal aliado regional e fornecedor de petróleo, em 3 de janeiro.

Cuba sofre com o embargo comercial americano desde 1959, logo após a revolução liderada por Fidel Castro. Embora as relações entre os países tenham melhorado em algumas décadas, elas pioraram significativamente após o retorno de Trump à presidência, que busca aumentar o controle dos EUA sobre a América Latina.

Um alto diplomata cubano afirmou que Havana continua aberta ao diálogo com Washington, mas rejeitou negociar mudanças no sistema político.

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