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Análise balística não confirma arma no caso Charlie Kirk, diz defesa
Um exame oficial não conseguiu determinar se o fragmento de bala achado durante a autópsia do ativista americano Charlie Kirk pertencia à arma localizada perto do local do crime, conforme documento judicial.
Charlie Kirk, aliado do ex-presidente Donald Trump, foi morto em setembro durante um evento universitário em Utah. O caso chocou o país e levou à prisão de Tyler Robinson, suspeito do assassinato. A defesa de Robinson declarou em documento que a análise balística da Agência de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos (ATF) é inconclusiva.
O relatório indica que a ATF não pôde afirmar que o fragmento de bala da autópsia está ligado à arma supostamente associada a Robinson. Novas análises balísticas estariam sendo realizadas pelo FBI.
O procurador Christopher Ballard comentou ao portal TMZ que o resultado da ATF não compromete o caso. “Quando a análise de um pedaço de bala é inconclusiva, significa que não havia detalhes suficientes para confirmação.”
“Temos muitas provas que mostram que Tyler Robinson cometeu o crime e apresentaremos isso na próxima audiência preliminar”, acrescentou Ballard.
Charlie Kirk faleceu em 10 de setembro, aos 31 anos, após um ataque a tiros que impactou o país, em um momento de crescente tensão política. Robinson se entregou 33 horas após o ocorrido e foi acusado de homicídio qualificado, podendo receber pena de morte.
Donald Trump chamou Kirk de “mártir” e prometeu combater a esquerda, responsabilizada pelo assassinato. Relatos indicam que várias pessoas perderam seus empregos por criticarem Kirk.
O programa de televisão do humorista Jimmy Kimmel foi suspenso temporariamente nos EUA após receber ameaças do governo, depois que ele criticou a exploração política do assassinato por parte da direita.


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