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Economia

Alckmin: Acordo Mercosul-UE terá efeitos nas principais variáveis econômicas

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O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, destacou o reconhecimento do governo federal ao Congresso Nacional pelo papel fundamental na aprovação do acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE). Representando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ele participou da sessão solene no Congresso que ratificou o acordo provisório de comércio entre os blocos.

Alckmin enfatizou que o tratado trará efeitos positivos nas principais variáveis econômicas do país.

Durante seu discurso, que reuniu também os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), além do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e os relatores legislativos, ele ressaltou a importância do diálogo institucional e o compromisso com o interesse nacional para a aprovação do acordo.

O vice-presidente frisou que o Brasil faz uma escolha estratégica ao fortalecer a parceria entre Mercosul e União Europeia, conectando dois grandes blocos econômicos que abrangem mais de 700 milhões de pessoas e cerca de um quarto da economia global. Essa é a maior negociação comercial já realizada pelo Mercosul e entre blocos econômicos no mundo.

O acordo visa diversificar mercados, diminuir vulnerabilidades externas, fortalecer a integração regional e aumentar a resistência da economia brasileira a choques globais. Ele representa uma ferramenta tanto de política econômica quanto externa, alinhada a um modelo de desenvolvimento sustentável e inclusivo.

Estimativas do Ministério da Indústria apontam impactos positivos que incluem crescimento do PIB, ampliação das exportações, incentivo a investimentos nacionais e estrangeiros, geração de empregos, redução de custos e maior variedade para os consumidores.

O governo prevê a entrada em vigor do acordo em até 60 dias após a promulgação, prevista para maio.

Alckmin também solicitou o apoio do Senado para avanços nos acordos do Mercosul com Singapura e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), bloco composto por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein. Segundo ele, esses acordos, junto ao Mercosul-UE, elevarão a cobertura dos acordos comerciais do Brasil de 12% para 31% do comércio exterior.

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