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Alckmin comenta ansiedade de políticos e jornalistas sobre eleições em SP

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O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) evitou nesta segunda-feira, 9, comentar uma possível candidatura ao governo de São Paulo. Após participar de um evento em Belo Horizonte (MG), Alckmin afirmou que ainda é cedo para falar sobre as disputas estaduais e destacou que há muita ansiedade em torno das eleições.

“Na vida, há dois grupos ansiosos: políticos e jornalistas”, declarou em entrevista ao portal O Tempo durante o evento Conexão Empresarial.

Questionado sobre o cenário em São Paulo, o vice-presidente afirmou que as decisões sobre candidaturas estaduais não sairão de Brasília, mas surgirão das lideranças locais. Ele mencionou diversos nomes do campo governista que poderão concorrer, incluindo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), além de Márcio França (PSB), Simone Tebet (MDB) e Alexandre Padilha (PT).

“Em relação aos governos estaduais, teremos candidatos de todo o Brasil. De quais partidos? Isso será decidido em momento oportuno. Não é Brasília que decide, e sim as lideranças estaduais. Em São Paulo, teremos um candidato forte e qualificado com vários nomes possíveis, como o Fernando Haddad, ex-prefeito da capital; Márcio França, meu ex-vice e governador, agora ministro; Simone Tebet, ministra do Planejamento; e Alexandre Padilha, ministro da Saúde. Existem outros nomes e a definição será anunciada no tempo certo”, afirmou.

Há meses, o nome de Alckmin circula como possível candidato ao governo paulista, apesar dele nunca ter manifestado essa intenção publicamente. As movimentações partem principalmente do PT, que busca um espaço na chapa para um partido de centro, como o MDB.

Na terça-feira, 10, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, disse à GloboNews que a decisão caberá a Alckmin entre concorrer à reeleição ou disputar o governo paulista.

Para o vice-presidente, a economia é o principal tema nas eleições nacionais. “Eleição municipal foca em serviços locais como pavimentação, UBS e creches. Eleição estadual envolve segurança, estradas e infraestrutura. Já a eleição presidencial tem a economia como eixo central, com inflação impactando o poder de compra do trabalhador”, explicou.

Minas Gerais: importância eleitoral

Ao falar sobre Minas Gerais, Alckmin destacou que o estado tem candidatos fortes e citou o senador Rodrigo Pacheco (PSD), ex-presidente do Congresso, que ainda resiste a disputar uma vaga. Ele também mencionou o ex-ministro Walfrido Mares Guia e outras lideranças locais, sem se aprofundar no papel de Pacheco na disputa.

O vice-presidente ressaltou o peso de Minas Gerais nas eleições presidenciais: “A história mostra que quem vence em Minas ganha a eleição nacional. Minas representa a unidade do país e é um estado encantador”, concluiu.

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