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Alckmin diz que pesquisa mostra momento atual e população fará escolha certa
Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), minimizou os resultados recentes de pesquisas eleitorais que indicam avanço do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na corrida presidencial.
Ele afirmou que a comparação entre governos é essencial. Destacou avanços na saúde pública, citando que durante a pandemia de Covid-19 houve negacionismo e resistência à vacina, o que resultou em um impacto significativo no Brasil. No entanto, ressaltou que atualmente o país apresenta melhorias significativas.
Alckmin participou de evento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em São Carlos (SP) e afirmou que a pesquisa eleitoral é apenas um retrato do momento, faltando ainda cerca de oito meses para as eleições. Ele está confiante de que, na hora adequada, o eleitorado fará uma avaliação justa comparando os governos. Destacou também melhorias nas taxas de desemprego e inflação, a redução do desmatamento, a presidência brasileira da COP30 e programas sociais como o Pé-de-Meia.
Sobre a lei eleitoral, Alckmin explicou que quem desejar concorrer precisa se afastar do ministério, mas isso não se aplica à Vice-Presidência. Ele deve deixar o ministério na próxima semana em cumprimento da legislação.
Quando questionado sobre qual cargo pretende disputar, afirmou que a vida pública é que escolhe o caminho e destacou que tanto políticos quanto jornalistas são ansiosos.
Pesquisa mostra crescimento de Flávio Bolsonaro
Uma pesquisa divulgada pela Atlas/Bloomberg no dia 25 indica que o senador Flávio Bolsonaro está à frente do presidente Lula em uma simulação de segundo turno, com 47,6% das intenções de voto contra 46,6% do presidente. Considerando a margem de erro de 1 ponto percentual, os candidatos estão tecnicamente empatados. Cerca de 5,8% dos entrevistados declararam intenção de votar em branco, nulo ou estão indecisos.
Comparando com levantamento anterior do mesmo instituto realizado em fevereiro, o apoio ao Lula cresceu 0,4 ponto percentual, enquanto o de Flávio Bolsonaro subiu 1,3 ponto.
A pesquisa ouviu 5.028 brasileiros por recrutamento digital aleatório entre 18 e 23 de março, com índice de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04227/2026.


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