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alerj planeja nova eleição para presidência após decisão do tse

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Na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), cresce a expectativa entre deputados para uma nova eleição para presidente da Casa, após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciar a convocação do pleito. A decisão do TSE veio acompanhada da comunicação urgente sobre a cassação de Bacellar, instruindo cumprimento imediato.

Com a comunicação oficial da Alerj, o presidente interino da Assembleia, Guilherme Delaroli (PL), deverá declarar no Diário Oficial a vacância do cargo de Bacellar e iniciar o processo para convocar uma sessão extraordinária. O regimento da Alerj permite que essa eleição ocorra em até cinco sessões, mas há expectativa de que aconteça na próxima sexta-feira.

Uma reunião do colégio de líderes está marcada para quinta-feira às 9h, para deliberar sobre os detalhes da votação, que poderá ser realizada de forma híbrida, com deputados presenciais e remotos.

Segundo fontes próximas a Delaroli, já existe um consenso em torno do deputado Douglas Ruas (PL) para assumir a presidência da Alerj, contando com maioria confortável de cerca de 40 votos, especialmente de partidos de centro-direita.

Além da presidência, aliados preveem que Ruas possa assumir o governo estadual por linha sucessória, dependendo dos desdobramentos políticos e jurídicos da decisão do TSE. Um acordo político para garantir estabilidade está em discussão, prevendo que Delaroli continue no comando da Casa caso Ruas vá para o Executivo, mantendo a atual configuração de poder de forma temporária.

A Alerj confirmou que aguarda a notificação oficial do TSE para proceder conforme os trâmites regimentais.

Perspectivas para Douglas Ruas

Fontes da Procuradoria da Alerj indicam que a eleição de sexta-feira se concentrará na escolha do presidente da Mesa Diretora, cargo que prevê a ascensão imediata ao governo estadual na linha sucessória. O eleito substituirá Ricardo Couto e poderá ocupar o cargo de governador em exercício por até 30 dias.

Simultaneamente, ocorre a disputa pela eleição do mandato-tampão, pendente de decisão do ministro Luiz Fux, que deve determinar se valerá o projeto aprovado pela Alerj em fevereiro, ou as regras anteriores.

Se a nova legislação for considerada válida — com desincompatibilização em 24 horas e voto aberto —, o deputado Douglas Ruas poderá concorrer. Caso prevaleçam as regras antigas, que exigem afastamento seis meses antes, nomes como de Ruas, André Ceciliano (PT-RJ) e Nicola Miccione seriam impedidos.

Nesse contexto, o presidente eleito da Alerj assumiria o comando estadual, substituindo Couto e conduzindo o processo eleitoral. Para disputar o mandato-tampão enquanto estiver no cargo, é fundamental que o Supremo valide a lei aprovada pelo Legislativo.

Nos bastidores, o PSD defende a realização de eleição direta para governador, com o eleitorado votando nas urnas para escolher o próximo chefe do Executivo estadual.

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