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Ataques russos matam duas pessoas na Ucrânia

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A madrugada testemunhou ataques russos na região de Kiev, resultando em duas fatalidades, conforme reportado pelas autoridades ucranianas nesta segunda-feira (5). O incidente ocorreu um dia antes de uma reunião diplomática importante na França.

Sirenas de alerta soaram em diversas localidades do país após a meia-noite, com o exército ucraniano ativando defesas aéreas em várias áreas do território invadido pela Rússia em fevereiro de 2022.

No centro de Kiev, um centro médico privado foi incendiado pelos ataques, causando a morte de uma pessoa e ferindo outras três, segundo o serviço estatal de emergência de Kiev.

Na cidade vizinha de Fastiv, o governador regional de Kiev, Mykola Kalashnik, informou a morte de um homem de 70 anos em um bombardeio.

Os bombardeios também provocaram apagões na região, forçando a ativação de sistemas de emergência para garantir o fornecimento de água e aquecimento em meio às temperaturas que chegaram a -8°C na Ucrânia.

A Rússia intensificou suas ofensivas enquanto Kiev e seus parceiros internacionais tentam consolidar um plano de paz apoiado pelos Estados Unidos para encerrar o conflito.

Esses acontecimentos aconteceram um dia antes de líderes europeus se reunirem em Paris para avançar em um plano de paz que, segundo Kiev, está quase finalizado.

No fim de semana, conselheiros de segurança de 15 países, incluindo Reino Unido, França e Alemanha, além de representantes da Otan e da União Europeia, se encontraram em Kiev para discussões preparatórias. O enviado especial dos Estados Unidos, Steve Witkoff, participou das negociações de forma virtual.

Com a reunião planejada para os chefes de Estado-Maior nesta segunda-feira, os esforços diplomáticos para encerrar o conflito, o mais letal na Europa desde a Segunda Guerra Mundial, ganharam força nas últimas semanas.

No entanto, persistem divergências entre Moscou e Kiev sobre a questão vital da delimitação territorial num possível acordo pós-guerra.

A Rússia, que atualmente controla cerca de 20% da Ucrânia, busca assegurar o domínio total da região leste do Donbass no acordo de paz. Por outro lado, Kiev alerta que ceder território incitaria Moscou e afirmou que não assinará um tratado que permita futuras invasões russas.

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