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Economia

Bolsa Família beneficia mais de 1,4 milhão de famílias em Pernambuco a partir de segunda

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Em janeiro, 1.468.201 famílias em todos os 185 municípios de Pernambuco recebem benefícios do Bolsa Família, com investimento do Governo Federal superior a R$ 1 bilhão. O valor médio pago é R$ 683,81, e os pagamentos começam nesta segunda-feira, 19 de janeiro, seguindo até o dia 30, conforme o último dígito do Número de Identificação Social (NIS).

Entre os benefícios, 559,8 mil crianças de zero a seis anos têm direito ao Benefício Primeira Infância, que adiciona R$ 150 por criança nessa faixa etária, com um investimento de R$ 81,7 milhões no estado.

Além disso, o programa prevê benefícios complementares de R$ 50 para 945,1 mil crianças e adolescentes entre sete e 18 anos, 43,9 mil gestantes e 28,5 mil nutrizes, com investimento acima de R$ 49,2 milhões.

Ranking dos municípios com mais beneficiários

Recife lidera com 134,2 mil famílias beneficiadas, seguida por Jaboatão dos Guararapes (83.340), Caruaru (49.244), Olinda (48.868) e Petrolina (48.065).

O município de Ipubi tem o maior valor médio de benefício, R$ 718,58, seguido por Buíque (R$ 714,90), Caetés (R$ 714,27), Trindade (R$ 713,54) e Petrolina (R$ 710,45).

Dados nacionais e benefícios adicionais

Em todo o Brasil, o Bolsa Família atende 18,77 milhões de pessoas em 5.570 municípios, com valor médio de R$ 697,77 e investimento de R$ 13,1 bilhões.

O programa também considera situações de emergência, com pagamentos unificados em 176 municípios afetados por desastres naturais, incluindo cidades no Rio Grande do Norte, Bahia, Sergipe, Roraima, Paraná, Amazonas, Piauí, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Desde 2023, o Benefício Primeira Infância atende 8,4 milhões de crianças, com investimento de R$ 1,22 bilhão, enquanto benefícios complementares de R$ 50 alcançam 13,7 milhões de crianças e adolescentes, além de 625 mil gestantes e 375 mil nutrizes, com aporte acima de R$ 706,7 milhões.

Grupos prioritários e dados gerais

O Bolsa Família atende também grupos específicos: 247,7 mil famílias indígenas, 289,3 mil quilombolas, 397,2 mil catadores de material reciclável, 253,8 mil pessoas em situação de rua, 56,5 mil pessoas resgatadas do trabalho análogo à escravidão e 56 mil crianças em situação de trabalho infantil.

Mulheres representam 84,4% dos responsáveis pelas famílias beneficiárias (15,8 milhões), e pessoas negras ou pardas somam 36 milhões (73,25%).

A Regra de Proteção do programa assegura que famílias permaneçam até um ano com benefício parcial (50%) ao conseguir emprego formal ou aumento de renda, favorecendo 2,44 milhões de famílias em janeiro.

Distribuição regional

O Nordeste concentra o maior número de beneficiários (8,75 milhões) com investimento de R$ 6 bilhões, seguido pelo Sudeste (5,29 milhões e R$ 3,72 bilhões), Norte (2,44 milhões e R$ 1,77 bilhão), Sul (1,29 milhão e R$ 898 milhões) e Centro-Oeste (990,7 mil e R$ 703 milhões).

Unidades federativas com mais beneficiários

A Bahia lidera com 2,3 milhões de famílias beneficiadas e aporte de R$ 1,56 bilhão, seguida por São Paulo (2,2 milhões).

Outros seis estados têm mais de um milhão de contemplados: Pernambuco (1,46 milhão), Minas Gerais (1,41 milhão), Rio de Janeiro (1,4 milhão), Ceará (1,33 milhão), Pará (1,25 milhão) e Maranhão (1,15 milhão).

Estados com maiores valores médios de benefício

Roraima apresenta o maior valor médio de benefício em janeiro, R$ 756,40, seguido por Amazonas (R$ 741,03), Amapá (R$ 737,14), Acre (R$ 732,98), Distrito Federal (R$ 727,81) e Pará (R$ 719,05).

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