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Cachorro Orelha: influenciadores e famosos pedem justiça pela morte do animal em Florianópolis

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Influenciadores do universo pet uniram forças recentemente para exigir justiça pelo trágico falecimento do cão comunitário Orelha. O animal sofreu um ataque brutal na área nobre da Praia Brava, em Florianópolis (SC).

“O Orelha não era apenas mais um cachorro. Representava vida, pureza e afeto. Foi calado pela violência”, afirmaram em vídeo divulgado em uma colaboração no Instagram.

Este cão vira-lata, que vivia nas ruas da capital catarinense, era muito conhecido na região por seu temperamento dócil. Com aproximadamente dez anos, era alimentado por moradores locais. Na manhã da última segunda-feira (26), a Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) realizou mandados de busca e apreensão nos endereços dos investigados na apuração da morte de Orelha.

“Queremos justiça para o nosso ‘aumigo’ Orelha. Não vamos permanecer em silêncio”, declararam os influenciadores.

A postagem já ultrapassa 3 milhões de visualizações, 19,2 mil compartilhamentos e 33,3 mil repostagens.

Outros famosos

Além deles, a cantora Ana Castela utilizou sua rede social para comentar o caso. “Não consigo entender como alguém pode ser tão cruel de fazer isso com um bichinho indefeso. Espero que todos vocês compartilhem sobre esse cachorro, não deixem o caso esquecido”, escreveu.

A ativista Luisa Mell também se manifestou, questionando: “Se não fossem pegos, será que não estariam agredindo uma mulher ou um morador de rua da mesma forma?”

O humorista Rafael Portugal, a influenciadora fitness Gracyanne Barbosa, e as atrizes Heloísa Périssé e Paula Burlamaqui também pediram justiça.

Detalhes do caso

O animal foi encontrado com múltiplos ferimentos pelo corpo, em estado grave, o que culminou na eutanásia para aliviar seu sofrimento intenso.

Imagens de câmeras de segurança permitiram à polícia identificar os suspeitos: um grupo de quatro adolescentes que estão sob investigação. Dois desses jovens estão nos Estados Unidos e deverão prestar depoimento na próxima semana.

O caso está sob acompanhamento do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).

Na manhã desta terça-feira (27), a PCSC indiciou três homens, um advogado e dois empresários, parentes dos suspeitos, por coação de testemunhas. Segundo a polícia, a vítima da coação seria o porteiro de um condomínio.

Contexto anterior

Os adolescentes também tentaram matar outro cachorro, chamado Caramelo, por afogamento, mas ele conseguiu escapar e foi posteriormente adotado.

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